Contato

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Programa habitacional de Curitiba garante moradia acessível para pessoas com deficiência

acessibilidade-moradia
Facilidade para entrar e sair de casa agora faz parte da vida do usuário de cadeira de rodas Wanderlei Roberto, de 45 anos. (foto: SMCS)
Facilidade para entrar e sair de casa agora faz parte da vida do usuário de cadeira de rodas Wanderlei Roberto, de 45 anos. Nesta semana ele se mudou para uma casa adaptada no Residencial Pinheiros, conjunto no Santa Cândida entregue pelo prefeito Gustavo Fruet no último sábado (1). Durante 15 anos Wanderlei viveu em uma moradia precária na vila Parolin.
“Não foram poucas as dificuldades que enfrentei. Eram muitos obstáculos para entrar e sair de casa. Pra chegar na rua eu tinha que passar por um beco com o chão bem irregular. Além disso, para quem usa cadeira de rodas um simples banho acaba se tornando perigo de acidente”, afirma.
Entre as 127 famílias atendidas no Residencial Pinheiros, o serviço social da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) detectou a presença de quatro famílias de pessoas com deficiência. Elas receberam casas adaptadas, com rampa de acesso, portas mais largas, barras de sustentação nos banheiros e pia sem coluna, tudo para garantir maior autonomia ao cidadão com deficiência.
Em pouco tempo na nova moradia, Wanderlei identificou a melhora na qualidade de vida que o local oferece “Aqui tudo é muito melhor. Desde passar por uma porta até precisar andar pela rua, pois ela é bem pavimentada. Pode parecer pouco para muitos mas é uma satisfação poder sozinho lavar as mãos na pia”, destaca.
Quarto
Na antiga casa, ele, a esposa Cristiane, de 29 anos, e a filha Eduarda, de 11, dormiam todos no mesmo quarto, separado do outro cômodo apenas por uma cortina. A situação incomodava principalmente a menina. “Ela vivia chateada porque está chegando em uma idade que precisa ter sua privacidade. O sonho dela era ter um quarto só dela”, conta a mãe.
Na casa nova Eduarda tem o seu próprio quarto. O orgulho da conquista é tão grande que ela colou um aviso na porta para baterem antes de entrar. “Estou muito feliz, agora moramos em uma casa bonita e eu tenho um quarto só pra mim”, comemora a garota.
Empreendimento
O Residencial Pinheiros tem 127 unidades e abriga famílias que moravam em ocupações irregulares: 77 delas na vila Três Pinheiros, no Butiatuvinha; e 50 no Parolin. O investimento para a construção foi de R$ 6,6 milhões, recursos do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.
O conjunto conta com completa infraestrutura de redes de drenagem, coleta e tratamento de esgoto, rede elétrica, iluminação pública, ruas pavimentadas e acesso à linha de ônibus.
Com a entrega das 127 casas do Residencial Pinheiros, a gestão do prefeito Gustavo Fruet chega a 6.988 moradias entregues. Outras 1,6 mil unidades estão em obras.
Fonte: bemparana.com.br

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Deficientes de Campinas reclamam da falta de acessibilidade em terminais

Terminal Central tem indicações no chão quebradas e com rachaduras. Reparos serão realizados no Centro e Barão Geraldo, diz secretário.
acessibilidade
Deficientes físicos de Campinas (SP) reclamam de falta de acessibilidade nos terminais de ônibus do município. O professor Paulo Camacho, que possui apenas 5% da visão, afirma que não há piso tátil no acesso ao Terminal Central. Ele também destaca que as indicações no chão possuem rachaduras, o que dificulta a locomoção.
A falta de informações para deficientes visuais também é motivo de reclamação. De acordo com Camacho, não existe sinalização que indique onde está a porta do ônibus.
No entanto, quem tem problema de locomoção também encontra “perigos” nos terminais. Em um dos acessos, a rampa não permite que um cadeirante desça sozinho.
“A gente corre risco constante”, conta o cadeirante Carlos Lúcio de Souza. Ele precisa passar por uma escada para entrar no Terminal do Mercado Municipal de Campinas.
Barão Geraldo
Já no Terminal de Barão Geraldo, cavaletes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) impedem a passagem de cadeirantes nas rampas e podem atrapalhar os deficientes visuais que utilizam o local.
“Os espaços têm que garantir a essas pessoas, sobretudo, a sua autonomia. Na medida em que os terminais não ofereçam essas condições, necessariamente, elas vão sempre demandar a presença de alguém”, explica a coordenadora do programa de acessibilidade da PUC-Campinas, Carmen Ventura.
Segundo o Secretário de Transportes, Carlos José Barreiro, os problemas devem ser corrigidos com uma reformulação nos terminais. Ainda de acordo com ele, pequenos reparos no Terminal Central serão realizados assim como a retirada dos cavaletes em Barão Geraldo.
Fonte: G1

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Fiesp promove curso de inclusão de deficientes

download
A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) em Jaú promovem o curso Inclusão de Pessoas com Deficiência e Aprendizes no Mercado de Trabalho – Diretrizes Legais, Melhores Práticas e Cases de Inclusão. O evento capacitará empresários para implementar programas de promoção da inclusão dentro das firmas, com noções de normas regulatórias e exemplos de casos bem-sucedidos.
A atividade será entre hoje e amanhã, das 8h30 às 17h30, na sede do Ciesp, localizada à Rua Luiz Brancaglion, 20, Vila Assis. Mais informações podem ser obtidas no site www.fiesp.com.br/soucapaz/.
comerciodojahu.com.br

Terminal Químico de Aratu é condenado a pagar R$ 100 mil por não contratar pessoas com deficiência

mercado-de-trabalhoO Terminal Químico de Aratu S/A (Tequimar) foi condenado pela 1ª Vara do Trabalho de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, a pagar indenização de R$100 mil por descumprir a chamada ”Lei de Cotas”, que garante a inserção de pessoas com deficiência física ou mental ao mercado de trabalho. A sentença determina ainda que a empresa contrate pessoas com deficiência até atingir o percentual mínimo exigido por lei, que é de 2% a 5% dos postos de trabalho em empresas com mais de 100 funcionários.
Na determinação do juiz titular Franklin Rodrigues, se dentro de um ano a empresa não estiver regular em relação às contratações, pagará mensalmente o valor de R$ 10 mil por cada empregado com deficiência não contratado.
Esse valor será revertido para uma instituição sem fins lucrativos a ser indicada pelo Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA), que ajuizou a ação contra a empresa. Segundo o MPT-BA, a ação foi movida na Justiça do Trabalho após o órgão constatar que a empresa não cumpria o percentual mínimo do quadro de funcionários destinado às pessoas com deficiência determinado pela lei.
Na época em que foi fiscalizado, o Tequimar mantinha em seu quadro 608 empregados, dos quais apenas oito tinham algum tipo de deficiência, quando devia ter pelo menos 25 trabalhadores nessa condição, ou seja, 4% sobre a quantidade total de funcionários. A empresa já recorreu da decisão do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA).
Fonte: bahianoticias.com.br

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A saga de uma haitiana com deficiência visual no Brasil

Dois anos após chegar ao Brasil, Nadine Talleis, imigrante com deficiência visual, estuda para se tornar diplomata e quer publicar um livro.
Publicada em 17 de julho de 2015 - 11:00
Duas fotos de Nadine sorrindo
Enquanto uma multidão se acotovelava à espera das quentinhas com o almoço, uma mulher esperava em silêncio no canto, torcendo para que sobrasse comida para ela.
Deficiente visual e viajando sozinha, a haitiana Nadine Talleis estava há quase dois meses naquele abrigo quando a BBC Brasil a abordou durante uma reportagem sobre a crise migratória no Acre, em 2013.
Após a entrevista, ela pediu ajuda para que pudesse deixar o alojamento, um ginásio cercado por lama onde 1.300 imigrantes dividiam dois banheiros e dormiam num espaço que deveria abrigar 200.
Passados dois anos, Nadine hoje mora no Distrito Federal, cursa o terceiro semestre da faculdade de Direito e pretende ser diplomata.
"Aquele foi o momento mais difícil desde que eu cheguei aqui", lembra Nadine, de 29 anos, em conversa pelo telefone nesta semana.
Estado de emergência
As condições do abrigo em Brasileia fizeram o governo do Acre decretar estado de emergência.
Com a carteira vazia, Nadine estava angustiada porque os empresários que visitavam o centro todos os dias para contratar imigrantes só recrutavam homens, em geral para serviços braçais no Sul e Sudeste.
"Eles iam embora e eu pensava: 'vou ter que passar outra noite neste lugar'."
Sem conseguir se deslocar pela cidade, pois só tem 15% da visão, ela contava com voluntários e funcionários do abrigo para encontrar algum emprego como massagista ou telefonista.
A haitiana já havia desempenhado as duas funções ao viver por três anos na República Dominicana, antes de se mudar para o Brasil.
Na capital Santo Domingo, ela fez um curso de massagem e, ao trabalhar num call center, aprendeu a falar espanhol e inglês. Como já conhecia o francês e o creole, as línguas oficiais do Haiti, passou a dominar quatro idiomas.
Infância e terremoto
Nadine cruzou a fronteira com a República Dominicana após o terremoto que atingiu o Haiti em 2010. Ela vivia no país natal com o avô, que lhe criara desde que seus pais haviam morrido, em sua infância.
Apesar dos crescentes problemas para enxergar, conta que "tinha tudo de que precisava".
Filha única, Nadine diz ter herdado duas casas dos pais, o que lhe garantiu certa segurança financeira.
No entanto, o terremoto pôs abaixo os dois imóveis, causando-lhe um grande prejuízo.
Como o avô estava velho e não podia sustentá-la, Nadine foi morar com parentes na República Dominicana. "Eles tratam muito mal os haitianos lá", lembra.
Estima-se que 500 mil pessoas nascidas no Haiti ou de ascendência haitiana vivam na República Dominicana.
Grande parte do grupo está num limbo jurídico desde que, em 2013, a Justiça do país decidiu que filhos de imigrantes ilegais nascidos após 1929 não têm direito à cidadania dominicana, o que abriu o caminho para deportações em massa.
Nadine diz ter decidido deixar o país após gastar 30 mil pesos dominicanos (cerca de R$ 2.100) para tentar regularizar sua documentação, sem êxito. "Doeu muito o meu coração."
Ela soube que um tio havia migrado para o Brasil e que o país era mais aberto a estrangeiros.
Com as economias que lhe restavam, voou da República Dominicana até o Equador e, de lá, contou com a ajuda de outros haitianos para viajar de ônibus até a fronteira do Brasil com o Peru.
"Pensei que o Brasil poderia me ajudar, porque havia progresso no Brasil", ela disse em inglês ao ser entrevistada ainda no abrigo, em 2013.
No país, diz ter notado semelhanças entre haitianos e brasileiros. "A alegria do brasileiro se parece muito com a nossa. E quando você tem alegria, não falta nada."
Fonte: UOLSite externo.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Ação da Organização Sorriso devolve sorriso a crianças com deficiência

Crianças com lábio leporino, uma abertura na região labial, tiveram seus lábios pintados que os ajudavam a apresentar uma emocionante peça infantil.
Publicada em 16 de julho de 2015 - 15:15
Foto de duas crianças com os lábios pintados sorrindo
Poucas coisas na vida são tão belas e espontâneas como o sorriso de uma criança. Mas e quando o ato de sorrir é inibido por uma deficiência física?
Algumas pessoas nascem com uma má formação congênita que a medicina chama de lábio leporino. Trata-se de uma abertura na região labial, fator que naturalmente causa constrangimento para quem a detém.
Pensando em ajudar crianças com esse problema, a organização mundial "Operação Sorriso" criou uma ação para que pequenos meninos e meninas de Bangkok voltem a sorrir sem nenhum pudor.
Eles tiveram os lábios pintados com figuras como jacarés, sapos e outros personagens que os ajudavam a apresentar uma emocionante peça infantil, com as luzes do teatro apenas sobre a parte inferior de seus rostos.
A ideia colocou literalmente o problema sob o holofote do público, mas não de uma maneira chocante, e sim doce e divertida.
De quebra, a ação criada pela agência BBDO de Bangkok conseguiu fazer com que a organização levantasse fundos necessários para operar mais de mil garotos e garotas com lábio leporino.
Confira abaixo o vídeo da ação:
Fonte: ExameSite externo.

1- Ter que manobrar a cadeira de rodas em lugares apertados!

2- Se sente preso quando a cadeira estragar ou quando fura o pneu

3- Fica sem jeito, quando alguém começa a fazer algo por você, que você já estava fazendo conseguindo fazer sozinho

4- Quando chega em algum lugar e todo mundo vai abrindo caminho

  5- Quando você chega na parada e vê alguém com um carrinho de bebê, que provavelmente vai querer usar a vaga de cadeirante dentro do ônibus
  6-As caras assustadas que já olharam pra você

7- Quando o cadeirante passa por caminhos novos e se depara com um degrau do nada 


8- Conhece todos os buraco das calçadas, ou passeios, que costuma usar.


9- Os seus movimentos de dança não são tradicionais, mas eles ainda funcionam.

10- Os banheiros para pessoas com deficiência em locais públicos

11- Que essas pedrinhas são o verdadeiro "inferno"

11- Quando você quer ir em algum lugar, mas não tem acesso

12- Quando você quer ir em algum lugar e ele TEM acesso e ainda, um banheiro lindo e cheiroso para pessoas com deficiência