Contato

sexta-feira, 10 de abril de 2015

TJ do RS decide que cadeirante pode viajar de graça de avião

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu que uma cadeirante que cobrava transporte aéreo gratuito da companhia Azul tem direito ao benefício.
Ela havia argumentado que, da mesma maneira que as empresas de ônibus são obrigadas a conceder a passagem de graça a pessoas com deficiência comprovadamente carentes, as companhias aéreas também precisariam garantir esse direito.
Andrea Pontes e Silva, 32, queria voar em 2014 de Pelotas, no sul gaúcho, a Brasília e retornar. Ela é advogada e atleta de paracanoagem. Como a empresa não cedeu os bilhetes de graça, ela pediu uma liminar, que foi concedida em primeira instância.
Amparada na decisão provisória, a cadeirante conseguiu as passagens de graça e viajou. Mas a empresa aérea recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Na semana passada, os desembargadores consideraram que Andrea tinha razão.
Os magistrados entenderam que a lei que dá passe livre a pessoas com deficiência em viagens interestaduais não especifica que se trata só do transporte rodoviário.
A regulamentação da lei, de 2000, afirma que as empresas devem reservar dois assentos de cada veículo para pessoas com deficiência comprovadamente carentes.
Uma portaria do governo federal afirma que a medida vale para os modais "rodoviário, ferroviário e aquaviário". Mas há a interpretação de que o texto original da lei não limita sua abrangência.
Procurada pela Folha, Andrea preferiu não falar porque ainda não há uma decisão definitiva sobre o caso.
A Azul, por meio de sua assessoria, informou apenas que irá recorrer da decisão e que não comenta processos em tramitação.
À Justiça a defesa da companhia argumentou que o transporte aéreo não é incluído na lei do passe livre e que o pagamento do benefício iria provocar "aumento dos preços das tarifas" e prejuízo aos consumidores.
Casos parecidos também tramitam em outras instâncias da Justiça pelo país. Em 2006, o Superior Tribunal de Justiça negou o pagamento da passagem gratuita em ação que havia sido iniciada pelo Ministério Público Federal contra três companhias aéreas. A decisão, no entanto, não gerou jurisprudência.
A Justiça Federal em Roraima também já expediu decisões a favor dos cadeirantes, mas derrubadas em segunda instância.O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu que uma cadeirante que cobrava transporte aéreo gratuito da companhia Azul tem direito ao benefício.
Ela havia argumentado que, da mesma maneira que as empresas de ônibus são obrigadas a conceder a passagem de graça a pessoas com deficiência comprovadamente carentes, as companhias aéreas também precisariam garantir esse direito.
Andrea Pontes e Silva, 32, queria voar em 2014 de Pelotas, no sul gaúcho, a Brasília e retornar. Ela é advogada e atleta de paracanoagem. Como a empresa não cedeu os bilhetes de graça, ela pediu uma liminar, que foi concedida em primeira instância.
Amparada na decisão provisória, a cadeirante conseguiu as passagens de graça e viajou. Mas a empresa aérea recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Na semana passada, os desembargadores consideraram que Andrea tinha razão.
Os magistrados entenderam que a lei que dá passe livre a pessoas com deficiência em viagens interestaduais não especifica que se trata só do transporte rodoviário.
A regulamentação da lei, de 2000, afirma que as empresas devem reservar dois assentos de cada veículo para pessoas com deficiência comprovadamente carentes.
Uma portaria do governo federal afirma que a medida vale para os modais "rodoviário, ferroviário e aquaviário". Mas há a interpretação de que o texto original da lei não limita sua abrangência.
Procurada pela Folha, Andrea preferiu não falar porque ainda não há uma decisão definitiva sobre o caso.
A Azul, por meio de sua assessoria, informou apenas que irá recorrer da decisão e que não comenta processos em tramitação.
À Justiça a defesa da companhia argumentou que o transporte aéreo não é incluído na lei do passe livre e que o pagamento do benefício iria provocar "aumento dos preços das tarifas" e prejuízo aos consumidores.
Casos parecidos também tramitam em outras instâncias da Justiça pelo país. Em 2006, o Superior Tribunal de Justiça negou o pagamento da passagem gratuita em ação que havia sido iniciada pelo Ministério Público Federal contra três companhias aéreas. A decisão, no entanto, não gerou jurisprudência.
A Justiça Federal em Roraima também já expediu decisões a favor dos cadeirantes, mas derrubadas em segunda instância.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Menor cadeira de rodas motorizada do mundo feita para crianças com deficiência

Tanner Jensen tem três anos de idade. Seu irmão, Skyler, tem 20 meses de vida. Ambos nasceram com uma condição genética rara conhecida como Atrofia Muscular Espinhal, o que significa que eles não conseguem andar, rastejar, controlar a cabeça, e nem mesmo levantar os braços. Mas a vida dos jovens irmãos em breve vai melhorar bastante, graças a estudantes da Brigham Young University que criaram uma cadeira de rodas elétrica, pequena e barata.
Cadeiras elétricas motorizadas para crianças pequenas já existem, mas eles podem custar até US$ 15.000, uma quantia que poucas famílias conseguem desembolsar. Para os Jensen, a coisa é pior, já que eles precisam de duas. E frequentemente essas cadeiras são grandes demais e as casas precisam de modificações para recebê-las.
Então cinco estudantes de engenharia mecânica da universidade se desafiaram a criar a menor cadeira de rodas elétrica do mundo para os irmãos Jensen. Após um ano de designs e testes, eles aperfeiçoaram uma cadeira feita com armação de canos PVC que pesa cerca de 10kg e aguenta crianças com até 25kg.
E o preço final, incluindo baterias, rodas, motores, os eletrônicos necessários para o controle e ainda o assento é de US$ 495. Talvez esse seja o maior feito atingido pelos estudantes. E como eles estão postando o projeto da cadeira de rodas em um site chamado The Open Wheelchair Project, qualquer família com uma criança que necessite pode comprar e montar uma dessas cadeiras. [Brigham Young University]

Fonte: Gizmodo

ALL eliminava currículo de candidatos com deficiência física (cadeirante), auditiva, e visual total

A Justiça do Trabalho condenou a América Latina Logística Malha Sul S/A (ALL), em Curitiba, a pagar R$ 200 mil de indenização por danos morais coletivos devido à discriminação de candidatos a emprego, conforme o tipo de deficiência, e falhas relacionadas à acessibilidade nas instalações da empresa. A decisão é da 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná, da qual cabe recurso.
A condenação resultou de uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Trabalho a partir de denúncia de um funcionário da ALL que é deficiente físico com problemas de mobilidade.
O Ministério Público constatou que a empresa fazia uma pré-seleção dos currículos dos candidatos deficientes, eliminando antecipadamente os cadeirantes ou deficientes auditivos e visuais totais. Na análise dos procuradores do MPT, a prática era discriminatória e tentava minimizar os problemas de acessibilidade já existentes na ALL.
Uma perícia técnica comprovou a existência de uma série de locais na empresa com falhas de acessibilidade, incluindo o refeitório, os banheiros, a recepção, os elevadores e o estacionamento.
No refeitório, a altura das bandejas estava bem acima dos limites normativos, impedindo que fossem alcançadas por cadeirantes. Nos elevadores, cabines sem dimensões mínimas nem registro sonoro de chamada ou de posição no andar.
Ao analisarem o caso, os desembargadores consideraram legítimos os argumentos do MPT e enfatizaram que a ninguém é dado o direito de estabelecer critérios diferenciados de admissão ao emprego de pessoas com deficiência.
“A discriminação na oferta de vagas de emprego às pessoas com deficiência, revela-se ofensiva e intolerável, e afronta diretamente direitos e princípios constitucionais, tais como a garantia à dignidade da pessoa humana, ao valor social do trabalho, à igualdade, à não-discriminação e à busca do pleno emprego (artigos 1º, III, 3º, IV, 5º, caput e I, 7º, XXX e 170, VII e VIII, da CF)”, ressaltou o relator do acórdão, desembargador Cassio Colombo Filho.
Os magistrados decidiram que o comportamento discriminatório não poderá se repetir, sob pena de multa, para cada descumprimento, de R$ 1.000,00 em favor de uma entidade cuja atuação se destine à tutela de interesses dos trabalhadores com deficiência.
Também foi estabelecido prazo de 12 meses para que a ALL promova a execução das obras necessárias para corrigir os problemas de acessibilidade, cujo descumprimento implicará em multa no valor de R$ 1.000, 00 por dia.
A ALL deverá pagar ainda uma indenização de R$ 200 mil a título de danos morais coletivos a uma entidade que atue na defesa de interesse dos trabalhadores com deficiência, a ser definida pelo Ministério Público.
Fonte: Bem Paraná

RETORNANDO AS ATIVIDADES NO BLOG

Boa tarde a todos e a todas 

Meu nome é Alex Pereira sou o administrador do blog, tive um tempo parado nas postagens mais agora estou retornando com força total nas noticias e informações para a comunidade PCD, aqui eu informarei tudo que acontece no Brasil e no mundo desta vez serei mais eclético na noticias.

sábado, 19 de outubro de 2013

Turismo oferece atividades para pessoas com deficiência

Passeios a grutas, saltos em tirolesas, trilhas ecológicas e até mergulho são atividades que já podem ser praticadas por pessoas com deficiência. No Brasil, algumas cidades já oferecem roteiros para esses turistas, a um público potencial de 45 milhões de brasileiros, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)Site externo..
O primeiro desafio do turista com deficiência é a escolha do meio de hospedagem. Alguns hotéis e pousadas especiais oferecem cadeiras de rodas, quartos e banheiros adaptados, portas mais largas e barras de apoio. O mesmo já podem ser vistos em restaurantes, com a preocupação de ofertar aos turistas cardápios em braile.

- Leia mais

A deficiência do engenheiro civil aposentado Claudio Rocha não o impediu de viajar pelo Brasil. Paraplégico, visitou algumas vezes a cidade de SocorroSite externo., no interior paulista, conhecida por oferecer atividades adaptadas a deficientes. Saltou de tirolesa, andou de charrete e de bicicletas adaptadas. Também se aventurou por Gramado (RS), Bonito (MS), Foz do Iguaçu (PR), Natal (RN), Porto de Galinhas (PE) e alguns destinos internacionais.
Cláudio já pescou no Amazonas e em Goiás. A pescaria é sua atividade de lazer favorita. Mas segundo ele, ainda não encontrou um destino em que pudesse pescar sem esbarrar em dificuldade.
— No geral, as adaptações não são perfeitas, mas em boa parte das atividades é possível torná-las acessíveis para mim — conta.
Antes de definir o destino, turistas como Cláudio podem checar as condições dos estabelecimentos com a Associação Brasileira da Indústria HoteleiraSite externo.. Alguns empreendimentos possuem certificação da Associação Brasileira de Normas Técnicas em Acessibilidade em Edificações Hoteleiras.
Além de Socorro (SP), Fortaleza (CE), Ilha Bela (SP) e Maceió (AL) apresentam passeios, atividades esportivas e ecoturismo para as pessoas com mobilidade reduzida, deficiência auditiva ou visual.
— Garantir a acessibilidade mostra o amadurecimento dos destinos turísticos, além de ser uma ação que valoriza a imagem dos empreendimentos — disse o secretário nacional de Políticas de Turismo, Vinicius Lummertz.
Fonte: Zero HoraSite externo.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) organiza competição internacional de tiro

Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)Site externo.organiza no Rio de JaneiroSite externo., a partir desta quinta-feira, 3, até domingo, 6, uma competição inédita no país. Pela primeira vez, estarão reunidos 77 atiradores de sete países das Américas (Brasil, Argentina, Canadá, Colômbia, Uruguai, Estados Unidos e Venezuela) para a disputa do Campeonato Aberto Internacional de Tiro Paradesportivo, que será no Centro Nacional de Tiro Esportivo (CNTE), em Deodoro, na Zona Oeste, mesmo local onde ocorrerão as provas nos Jogos Rio-2016.
O Brasil conta com 60 atletas, entre eles Geraldo von Rosenthal, único brasileiro a conquistar um ouro em uma etapa de Copa do Mundo, e Carlos Garletti, que esteve presente nos dois últimos Jogos Paralímpicos. O Campeonato Aberto Internacional de Tiro Paradesportivo é custeado por um convênio do Comitê Paralímpico Brasileiro com o Ministério do Esporte. A modalidade também tem o patrocínio da Loterias Caixa.
A iniciativa do CPB de realizar o evento vai ao encontro da política Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), de promover a modalidade em diversos continentes. Em Londres-2012 foram distribuídos 12 ouros no tiro paradesportivo, mas nenhum atleta das Américas subiu ao pódio, e apenas cinco representantes do continente participaram da competição.
“A ideia é que mais pessoas tomem conhecimento do modalidade no país. Fizemos algo semelhante em 2011 com a esgrima em cadeira de rodas e o resultado foi o melhor possível, com uma inédita medalha de ouro, além da adesão de mais atletas ao esporte. Se tivermos o mesmo êxito com o tiro paradesportivo, nosso objetivo terá sido alcançado novamente”, afirmou Andrew Parsons, citando o gaúcho Jovane Guissone, campeão na esgrima em cadeira de rodas em Londres-2012. O CPB promoveu um Aberto Internacional de esgrima em cadeira de rodas, em São Paulo, um ano antes de Londres, o que ajudou na preparação do brasileiro no caminho rumo à conquista nos Jogos-2012.
O tiro paradesportivo – assim como a esgrima em cadeira de rodas –, não faz parte do programa dos Jogos Parapan-Americano, cuja próxima edição será em Toronto-2015. Portanto, esta é a melhor oportunidade dos atiradores do continente de aferirem o nível técnico das Américas.
Entre os estrangeiros que competirão no Brasil, quatro deles participaram de Jogos Paralímpicos e miram o ouro no Rio de Janeiro nesta semana. Destaque para o norte-americano John Joss que promete fazer um bom duelo contra Carlos Garletti na carabina deitado. Os canadenses Christos Trifonidis, Mike Larochelle e Doug Blessing, e o argentino Osvaldo Gentili completam a lista dos mais tarimbados.
Para os brasileiros na disputa, a competição também serve como base para o ranking nacional-2013. Ele é composto por duas etapas da Copa Brasil, já disputadas em Curitiba, e, agora, o Aberto Internacional.
O paulista Garletti tem duas participações em Jogos Paralímpicos, Pequim-2008 e Londres-2012, e é o único do país a participar do evento. Ele é heptacampeão na carabina e competirá em quatro modalidades na capital fluminense (carabina de ar em pé, carabina de ar deitado, carabina de bala 3 x 40 e carabina de bala deitado).
Confiante com a medalha de ouro conquistada em agosto, na prova de Pistola Sport, na etapa da Copa do Mundo de Bangkok, na Tailândia, o gaúcho Geraldo von Rosenthal está no tiro esportivo há mais de dez anos e lidera o atual ranking brasileiro nas provas de pistola.

Serviço:

Campeonato Aberto Internacional de Tiro Paradesportivo
Data e horário: De 3 a 6 de outubro das 10h às 17h45
Local: Centro Nacional de Tiro Esportivo (CNTE)
Endereço: Avenida Brasil, 27.195 – Gericinó

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Tratamento experimental do nanismo recupera crescimento ósseo de cobaias

Um tratamento experimental promissor permitiu restabelecer um crescimento ósseo normal em camundongos afetados pela forma mais frequente de nanismo e evitar complicações associadas à doença, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.

'O tratamento evitou, sobretudo, as complicações mais severas (do nanismo, como problemas respiratórios, paralisia, etc) e reduziu a mortalidade', destacou Elvire Gouze, do Inserm (Centro Mediterrâneo de Medicina Molecular, em Nice, sul da França), principal autora do trabalho, publicado na revista americana Science Translational Medicine.

Os camundongos com nanismo receberam, durante três semanas, duas injeções por semana do tratamento, desenvolvido a partir de um fator de crescimento. Os animais cresceram normalmente e alcançaram o tamanho de um adulto normal. Cerca de oito meses depois da suspensão da terapia, nenhum sinal de toxicidade foi detectada.

Além disso, os cientistas constataram que o aumento do tamanho da bacia permitiu às fêmeas tratadas ter um número de filhotes comparável ao de ratos sem a doença.

Contudo, preveniu a cientista, 'será preciso ainda de três a cinco anos de trabalhos complementares com outros animais (primatas) para melhor compreender a toxicidade do princípio ativo antes de considerar um primeiro teste com humanos'.

O tratamento experimental, que não é voltado para os adultos mas apenas aos mais jovens, é administrado por injeção subcutânea. A vantagem frente a outros tratamentos em estudo é que a durabilidade no organismo é longa o suficiente para não demandar aplicações diárias, observou.

A forma mais comum de nanismo, a acondroplasia, afeta um a cada 15.000 bebês.

Esta doença genética rara se caracteriza por um desenvolvimento ósseo anormal dos ossos longos dos braços e das pernas, assim como de outros ossos do crânio. Na idade adulta, a altura dos indivíduos afetados é de 1,35 metro, em média.

Nos casos mais severos, deformações no crânio e nas vértebras podem levar a complicações neurológicas e/ou ortopédicas (escoliose) que necessitam de cirurgia, por exemplo para aumentar o canal vertebral para evitar a compressão da medula espinhal.

Os cientistas usaram o princípio ativo - os receptores FGFR3 humanos solúveis funcionais - como artifício para restabelecer o equilíbrio necessário entre a ativação e a inibição do crescimento ósseo.

Na origem desta patologia está uma mutação do gene FGFR3 (fator de crescimento do fibroblasto receptor 3). A proteína originária deste gene é um receptor conhecido por seu papel na regulação do crescimento ósseo. Nessa forma de nanismo, a perturbação desse tipo de sistema chave-fechadura impede o crescimento dos ossos.

'É uma etapa, avançamos pouco a pouco, (mas) isto nos dá esperança', comentou Patrick Petit-Jean, '62 anos, 1,40 metro', vice-presidente da Associação de Pessoas de Pequeno Porte (APPT, na sigla em francês), ele mesmo com acondroplasia. Por isso, 'não é um milagre', acrescentou placidamente este defensor da diversidade, enquanto aguarda desenvolvimentos futuros.

O hormônio do crescimento neste tipo de nanismo não funciona, explicou Gouze. E, afirmou, o tratamento experimental não altera a hereditariedade, ou seja, a possibilidade de transmitir esta deficiência genética.

Fonte: G1 MundoSite externo.