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domingo, 30 de junho de 2013

Semed incentiva inclusão social de pessoas com deficiência em Manaus

Foi com este lema que a Secretaria Municipal de Educação de Manaus, por meio da Gerência de Educação Especial, lançou na manhã da última segunda-feira, 17, o 2º Jogos Adaptados André Vidal de Araújo (Jaavas), que este ano tem como slogan a frase “Nossa estrela precisa brilhar”. O evento foi criado para integrar socialmente os alunos deficientes por meio das atividades lúdicas e esportivas e criar condições que favoreçam o desenvolvimento dos alunos em seus aspectos cognitivo, motor, afetivo e social.
A expectativa da coordenação é que mais de dois mil competidores participem das atividades nas modalidades de atletismo, basquetebol, voleibol, futsal, natação, goal bol, bocha, jogos recreativos adaptados, tênis de mesa e queimada. O público alvo são pessoas com deficiência intelectual, síndrome de autismo, deficiente visual, deficiente auditivo e paralisia cerebral, que façam parte da rede municipal de ensino ou de entidades filantrópicas como Apae e Instituto Felipo Smaldone.
Segundo a Gerente de Educação Especial da Semed,Reni Formiga, o Jaavas vai muito além de uma mera atividade esportiva, e ajuda no desenvolvimento pedagógico dos alunos especiais da rede municipal de educação. “É de grande relevância porque eleva a autoestima dos alunos, fazeno com que se sintam capazes. Eles ficam entusiasmados e esse entusiasmo ajuda nas práticas pedagógicas oferecidas. Por isso, é importante a participação deles e a disponibilização dos pais para darem apoio e acreditarem principalmente no potencial de seus filhos”, afirmou.
O Secretário de Educação, Pauderney Avelino, participou do lançamento do 2º Jogos Adaptados André Vidal de Araújo e parabenizou a iniciativa da coordenação. Segundo ele, a Semed dará todo o subsídio necessário para que a competição seja um sucesso. “Podem contar conosco em tudo o que for preciso. Os jogos desse ano serão melhores que a do ano passado e vamos trabalhar para que ano que vem seja ainda melhor do que a segunda edição”, disse.
Os jogos estão abertos à toda sociedade e os alunos especiais da rede municipal, estadual, particulares e demais entidades podem participar da rede, segundo a coordenadora do Jaavas Shirley Amaral. “As inscrições estão abertas até para alunos do interior. Basta fazer a inscrição no site e entregar na Escola André Vidal até o dia 15 de julho”, afirmou Shirley.

sábado, 29 de junho de 2013

Projeto quer garantir assistência psicopedagógica às crianças com autismo

Ilustração representando o autismo
Em grande parte dos casos, o diagnóstico tardio da doença dificulta a inserção dessas crianças na escola habitual, que é garantido pela Lei Federal nº 12.764/12. Para mudar essa realidade, um Projeto de Lei apresentado à Câmara Municipal de João Pessoa dispõe sobre a implantação de assistência psicopedagógica na rede pública e privada de ensino.
O projeto é uma iniciativa do vereador Lucas de Brito(DEM) e possui o objetivo de diagnosticar, intervir e prevenir problemas de aprendizagem, além de acompanhar os alunos disgnosticados com autismo. O enfoque do projeto está nas instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Capital.
A Lei Federal nº 12.764 instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e garantiu a inclusão dessas crianças nas classes comuns de ensino regular com direito a acompanhante especializado. “Contudo, as escolas públicas e privadas de João Pessoa não prestam a assistência psicopedagógica às crianças autistas nem às que apresentam outros problemas no aprendizado”, salienta o parlamentar.
Lucas de Brito explica que a assistência deverá ser prestada por profissional habilitado e ocorrer nas dependências da instituição durante o período escolar, sem qualquer aumento nos valores das mensalidades dos alunos beneficiados. “Queremos que o Projeto seja um importante mecanismo de elevação da qualidade da educação em João Pessoa, contemplando as crianças que sofrem com problemas na aprendizagem, valorizando o profissional psicopedagogo e concretizando o direito dos autistas”.
Por gerar despesas ao município, a matéria foi encaminhada ao prefeito Luciano Cartaxo como Projeto de Indicação, no que se refere à contratação de profissionais nas escolas públicas. Para que o mesmo benefício seja oferecido nas escolas particulares, o vereador apresentou um Projeto de Lei que será apreciado nas Comissões da Casa e, depois, segue para votação em plenário.
Fonte: PB AgoraSite externo.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Projeto da Uepa trabalha a inclusão de crianças autistas

O projeto desenvolvido pelas professoras de Educação Física Glaucia Kaneko eRosani Oliveira atende crianças de 7 a 12 anos, duas vezes na semana, com sessões de estimulação que duram em média trinta minutos. Brinquedos, quadra de esportes, piscina, pista olímpica e sala multiuso são os recursos utilizados para exercitar a agilidade, compreensão, memorização e outras capacidades físicas desses pacientes. O grau de complexidade dos exercícios aumenta conforme a evolução da criança, até que ela possa interagir com as demais.
Atualmente, o projeto atende somente crianças que são acompanhadas dos pais, peças fundamentais no tratamento. Eles são orientados sobre os exercícios aplicados e a evolução dos seus filhos. Carlos Eduardo Ferreira, uma das crianças atendidas pelo projeto, foi diagnosticado com autismo quando completou 6 anos. “Ele começou apresentar um comportamento diferenciado das demais crianças. Passou a se isolar, não queria fazer as atividades físicas na escola. O coordenador e os professores foram fundamentais no diagnóstico dele, e conversaram comigo sobre o autismo”, explicou Vanessa Ferreira, mãe de Carlos, que nunca teve contato com outras crianças portadoras do mesmo transtorno de desenvolvimento.
“Além do serviço prestado à comunidade externa, o projeto visa também auxiliar escolas e universidades. O objetivo maior é mostrar para a sociedade que é possível incluir as crianças portadoras de deficiência em qualquer atividade regular”, afirma Glaucia Kaneko. Criado no final de 2012, o Programa de Educação Física Inclusiva começou a prestar atendimento à comunidade externa desde março deste ano. O laboratório de inclusão funciona às segundas e terças-feiras, pela manhã; e às quartas e sextas, no período da tarde.
As atividades desenvolvidas com as crianças contam com a colaboração de alunos do Curso de Educação Física daUepa. Umas das monitoras do projeto, Leonora Baiaressalta que para desenvolver essa função é necessário comprometimento, dedicação e atenção. “O projeto está me proporcionando um crescimento enorme, tanto profissionalmente quanto academicamente. As crianças necessitam de atenção especial para desenvolver determinadas atividades físicas” afimou a monitora.
Fonte: Rede SACISite externo.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Professora desenvolve livro e ajuda alunos com surdez no ES

Livro criado pela professora com a linguagem de sinais e escrita
A professora Adeilsa Nevesdedesenvolveu um livro para alunos com deficiência auditiva, em Iúna, na região Sul do Espírito Santo. O livro alfabetiza por meio da linguagem de sinais e do português escrito. Segundo a docente, não havia nenhum material didático adequado para os alunos e, por isso, usou a experiência adquirida em sala de aula para escrever o livro.
Para a professora, o aluno com deficiência auditiva precisa saber a linguagem dos sinais e também a escrever a Língua Portuguesa. "Nós encontramos hoje no mercado materiais para ensinar libras de forma generalizada. Agora, o bilinguismo não existe. Não temos material nenhum. A dificuldade é essa. Precisamos de uma material em que ele possa ter simultaneamente um aprendizado tanto de língua de sinais, quanto de língua portuguesa escrita", disse.
Segundo a intérprete de libras Raquel Bitencourt, a metodologia facilita o aprendizado, porque eles podem aprender de uma forma mais concreta, mais fácil. "Eles não entendem a língua escrita da mesma forma que nós entendemos, nós temos uma facilidade para ler o que está escrito e entender. Para os deficientes auditivos, a forma escrita geralmente muda um pouco. Por exemplo, nós lemos que a casa é bonita, para eles, somente casa bonita eles entendem", justifica.
O livro conta com 62 páginas e é utilizado, por enquanto, somente por alunos de Iúna. A professora procura ajuda para publicá-lo e para que mais crianças tenham acesso ao material.
Fonte: G1Site externo.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Livro mostra luta de mães que possuem filhos com deficiência física

A luta diária das mães para superar os obstáculos da deficiência de seus filhos está estampada no livro Que Amor é Esse, projeto daAACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente)Site externo.. Lançado nesta quinta-feira (13 de junho), a publicação mostra registros fotográficos que retratam a relação de carinho entre eles.
De acordo com a presidente voluntária do Conselho de Administração da AACD, Regina Helena Scripilliti Velloso, a ideia da obra é mostrar que é necessário ver as pessoas com deficiência física “com outro olhar” e mostrar como as mães têm papel fundamental neste processo. "São pessoas como nós, apenas com uma condição diferente. Nesse sentido, as mães conseguem olhar para seus filhos com o amor puro e verdadeiro, sem nenhum estigma. Assim, resolvemos fazer uma homenagem a essas grandes mulheres, determinadas, que sabem que o impossível não existe", diz Regina.
Fonte: R7Site externo.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Projeto assegura inclusão digital para pessoas com deficiência auditiva em Alagoas

Alfabeto em Libras
Para ajudar aspessoas com deficiência auditivana competição dentro do mercado atual, foi criado um projeto esta semana pelo deputado Ronaldo Medeiros (PT), na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), que assegura a inclusão digital aos deficientes auditivos do Estado de AlagoasSite externo..
O processo, segundo o deputado, será por meio do Programa de Inclusão Digital a ser criado pela Secretaria de Estado da Ciência, da Tecnologia e da Inovação. “O projeto vem comprovar a possibilidade da inserção no mundo digital das pessoas surdas. Será possível demonstrar à sociedade que o exercício da cidadania não é um sonho distante e que, cada vez mais, as pessoas devem e serão tratadas como iguais”, reforça Ronaldo Medeiros.
Segundo o deputado, esse projeto irá atender aos deficientes auditivos do Estado de Alagoas utilizando as tecnologias, a educação e a informação como instrumento de livre exercício da cidadania. “O poder público assegurará capacitação pedagógica específica a todos os profissionais qualificados para atendimento ao deficiente auditivo, por meio de tradutor em Língua Brasileira de Sinais (Libras), para o trabalho educativo com o uso das tecnologias”, explica. O deputado ainda completou que “segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)Site externo. de cada seis pessoas, uma tem deficiência auditiva. O que preocupa as autoridades é a necessidade de promover a inclusão de cada cidadão”.
Dessa forma, segundo Medeiros, tem-se um número significativo de pessoas com deficiência auditiva, justificando a necessidade e a importância do desenvolvimento de ações para possibilitar a inclusão social e profissional de tais pessoas.
Fonte: Tribuna HojeSite externo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Educação Inclusiva: alunos e professores terão mais apoio em sala de aula

Secretaria Municipal de Educação de São PauloSite externo. vai aumentar em 50% o número deestagiários que atuam junto aos professores que atendem alunos com deficiência e Transtorno Global do Desenvolvimento - TGD matriculados na Rede Municipal de Ensino de São Paulo. Hoje, a rede tem 1.430 estagiários e serão contratados outros 718. A medida responde aos apontamentos feitos pelos profissionais da Educação municipal da capital, durante as Jornadas Pedagógicas, para os efetivos avanços no atendimento aos estudantes com necessidades educacionais especiais matriculados na rede.



Além disso, a Secretaria também contratará mais 108 Auxiliares de Vida Escolar (AVEs), que se somarão aos 713 que já atuam na rede. O objetivo é assegurar a esses alunos a plena participação nas atividades desenvolvidas nas Unidades Educacionais em igualdade de condições com os demais colegas. A medida responde ainda ao aumento no número de crianças, jovens e adultos com deficiência atendidos nas escolas municipais. A Educação Inclusiva oferecida por SME é considerada uma referência educacional do país e atende, atualmente, 17.008 estudantes com algum tipo de deficiência.



Os estagiários devem cursar Pedagogia. Sua atuação é o de auxiliar o professor e/ou dar assistência nos atos de vida escolar, tais como atividades curriculares, recreativas, extraclasse e outras de caráter pedagógico que se fizerem necessárias para a participação ativa do aluno na rotina escolar.



AVEs – Já os Auxiliares de Vida Escolar (AVEs) serão selecionados nas comunidades nas quais estão instaladas as escolas. Seu papel é o de dar suporte aos alunos que não apresentam autonomia para higiene, alimentação e locomoção, garantindo que esses estudantes possam acompanhar as atividades desenvolvidas. Cada AVE atende a média de 4 estudantes por período escolar, dependendo do tipo de deficiência de cada um.

Os auxiliares têm formação inicial de 76 horas, dada pela Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), e passam por capacitação sistematicamente. Seu trabalho é supervisionado quinzenalmente por equipes multidisciplinares que atuam junto às 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs). Formada por 48 profissionais, têm em seu corpo técnico fonoaudiólogos,  psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e  terapeutas ocupacionais. Em breve, psicopedagogos também devem se juntar a esses profissionais.

Eles fazem a avaliação e o acompanhamento dos alunos e apoiam as famílias e equipes escolares. Essa equipe promove também encontros com pais e profissionais da Educação para oferecer informações importantes para a qualidade de vida de cada estudante com deficiência. O grupo faz ainda a regulação com os serviços de saúde, estabelecendo a ponte entre as famílias e esses serviços, para garantir a continuidade dos atendimentos necessários ao pleno desenvolvimento dos alunos.