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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Deficientes lidam com dificuldade de locomoção e preconceito

Inúmeros desafios. Quem sofre alguma deficência física se desdobra para se locomover por ruas e avenidas na maioria das cidades brasileiras. Em Piracicaba, a situação não é diferente. Na semana em que a cidade realizou a 6ª edição da Semana da Acessibilidade e Inclusão, o EP Piracicaba mostra a realidade da cadeirante Silvana Montebelli, de 45 anos, que exemplifica a dificuldade de boa parte dos deficientes. Calçadas esburacadas, falta de guias rebaixadas e locais que não possuem sinalização adequada são alguns dos problemas enfrentados diariamente.

Na cidade, foram localizadas até o momento pelo menos 2.087 pessoas com deficiência, inseridas no cadastro único e usuários do Benefício de Prestação Continuada (BPC). É o que aponta a 1ª etapa do Cadastramento Municipal das Pessoas com Deficiência (Camped), realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) em parceria com o Centro de Reabilitação (CRP). O início da 2ª etapa do cadastramento está previsto para o próximo mês.

"As calçadas são esburacadas e muitos locais não possuem guias rebaixadas. É completamente impossível para um cadeirante descer por um local que não tenha guia rebaixada. Mesmo os locais que têm, muitas vezes são mal feitos e dificultam bastante que se passe", comenta Silvana, que apesar da dificuldade - nasceu com paralisia cerebral - trabalha diariamente com a venda de cosméticos. O maior obstáculo, no entanto, não está nas ruas ou no transporte público: o preconceito é o que mais incomoda a cadeirante.

"Quando comecei a trabalhar com a venda desses produtos, eu não tinha cliente algum. Tive que ir de porta em porta me apresentando para saber se as pessoas queriam comprar. Certo dia eu toquei a campanhia, uma mulher atendeu e disse que não tinha esmola pra me dar, sem me perguntar nada antes. Só aí eu disse que era vendedora", conta.

Transporte
Quando quer sair e ir a algum local, Silvana conta com a ajuda de um taxista de confiança, que já aprendeu a lidar com os problemas e a ajuda."E quem não pode pagar um taxista como eu posso? Depender dos ônibus é complicado". Piracicaba conta com o Projeto Elevar, que disponibiliza dez veículos para o transporte de pessoas com necessidades especiais."O problema do Elevar é que há muita gente pra pouco veículo, o tempo de espera é muito grande", conta.

De acordo com o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Paulo Prates, 50 dos 225 ônibus do transporte público de Piracicaba possuem elevador para atender pessoas com necessidades especiais. Prates disse que, segundo a lei federal n° 10.098. até 2014, 100% da frota terá que ser adaptada com elevador ou plataforma. "Estamos trabalhando para isso ser cumprido até antes desse prazo".

Muito o que fazer
O vereador André Bandeira (PSDB), presidente do Fórum Permanente da Pessoa com Deficiência, disse que Piracicaba já melhorou rezoavelmente na questão da acessibilidade, mas reconhece que ainda há muito a ser feito.Bandeira, diferentemente de Silvana, não é cadeirante desde a infância. Ele perdeu os movimentos após um acidente de carro, há 15 anos. A realidade é completamente diferente e o tempo para se adequar é duro.

"Quando você nasce assim, é difícil, mas não há uma outra experiência. No meu caso, foi complicado para se acostumar. Perde-se a vontade de viver por um momento. Mas aí o tempo passa e a gente vê que é possível sonhar de novo, basta ir atrás disso", falou.

Silvana finaliza reclamando da falta de estrutura das lojas da cidade para receber os portadores de necessidades especiais. De acordo com ela, poucos são os estabelecimentos que possuem sedes adequadas para receber os consumidores.



"Eles têm que entender que nós também somos consumidores. Por que não podemos ir adequadamente até esse lugares? É muito ruim isso. Quando eu quero comprar alguma roupa, eu preciso chamar a vendedora para vir em casa. Chega a ser humilhante, de certa forma".



http://eptv.globo.com/piracicaba/noticias/NOT,1,5,365662,Deficientes+fisicos+buscam+meio+para+driblar+a+dificuldade+de+locomocao.aspx

Firjan apresenta projeto de Calçadas Acessíveis em Nova Iguaçu (RJ)



O Sistema Firjan, em parceria com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), apresentou no dia 29 de agosto o Projeto "Mobilidade Urbana - Programa Calçada Acessível" aos Conselhos Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Idosos dos municípios de Mangaratiba, Itaguaí, Seropedica, Paracambi, Japeri, Queimados, Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis. O propósito do encontro foi mostrar o andamento do trabalho desenvolvido junto às Prefeituras, para que assim o projeto possa ser acompanhado por cada Secretaria Municipal.

Luiz Gustavo Tavares Guimarães, arquiteto regional da ABCP e coordenador do projeto, explicou que o "Calçada Acessível" tem diversas fases. "Atualmente, ocorre a preparação de uma cartilha explicativa de como o projeto pode ser aplicado na prática. No futuro, há a intenção de que isso se torne um decreto, para que seja seguido pelos municípios", explicou Luiz Gustavo.

Em outra etapa, os participantes farão uma vivência de como é andar em uma cadeira de rodas e, ainda, terão os olhos vendados, passando pelas situações encontradas pelas pessoas com deficiência no dia a dia.

O programa teve início em 2010 e tem como finalidade aprimorar o conhecimento das equipes técnicas e trocar experiências sobre acessibilidade, tendo como objetivo a padronização e a qualidade das calçadas. Essa iniciativa é fruto da parceria entre a Firjan e a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e conta com o apoio do Ministério das Cidades, o Ministério Público, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio de Janeiro (Crea-RJ), Sinduscon-Rio, Bloco Brasil e o Núcleo Pró-acesso da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU/UFRJ).

Fonte: http://www.monitormercantil.com.br/

Projeto de Lei aumenta em 1/3 pena por abandono de pessoa com deficiência



A Câmara analisa o Projeto de Lei 905/11, do deputado Márcio Marinho (PRB-BA), que aumenta em 1/3 as penas do crime de abandono de incapaz se a vítima for uma pessoa com deficiência.

Conforme o Código Penal, a pena prevista para abandono de incapaz varia de seis meses a três anos de detenção. Se o abandono resulta em lesão corporal grave, a pena varia de um a cinco anos de reclusão. Se resulta em morte, a pena varia de quatro a 12 anos de reclusão.

Conforme a proposta, as penas acima serão aumentadas em 1/3 se a vítima for uma pessoa com deficiência.

Atualmente, a pena já em aumentada em 1/3:

- se o abandono ocorre em lugar ermo;
- se o agente é ascendente ou descendente, cônjuge, irmão, tutor ou curador da vítima;
- se a vítima é maior de 60 anos.

O autor da proposta diz que as pessoas com deficiência necessitam de um grau maior de cuidado, e o abandono delas deve ter pena maior.

“A intenção é aumentar o nível de proteção daqueles que têm sua capacidade seja física, mental ou intelectual limitada. Para elevar essa tutela, a proposta é a pena mais severa para aquele agente que faz uso da sua condição de superior para praticar conduta delituosa contra aquele que está sob seus cuidados”, afirma.

Tramitação
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.

Fonte: 'Agência Câmara de Notícias'

Walmart busca profissionais com deficiência no Nordeste



A rede de varejo Walmart - dona das bandeiras Bompreço, Maxxi Atacado, Hiper Bompreço, Sam's Club e Todo Dia - está com vagas abertas para profissionais com deficiência em suas lojas nos Estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas, Maranhão e Piauí. Os contratados irão atuar como embaladores, operadores de caixa e repositores em lojas das marcas Bompreço, Hiper Bompreço e Todo Dia.

Para se candidatar, não é preciso ter experiência prévia ou tampouco o ensino médio completo. A rede pede apenas disponibilidade e vontade de trabalhar na área. Os contratados terão direito à assistência médica extensiva aos dependentes legais e odontológica, seguro de vida e vale-transporte, além de remuneração de acordo com a média paga hoje pelo setor, conforme informado pelo grupo varejista que preferiu não divulgar o valor exato.

Para o Walmart - que atua no Nordeste por meio de 202 lojas - "uma empresa de varejo sustentável deve ser o reflexo de seu cliente, o que pressupõe aplicar em todos os níveis internos a diversidade do público atendido nas lojas". De acordo com a companhia esta tem sido uma das principais diretrizes de relacionamento com seus funcionários, em ações lideradas pela Diretoria de Diversidade e Desenvolvimento Organizacional, instituída no final de 2007.

"O trabalho da área de diversidade busca promover a mudança de comportamento por meio da compreensão das diferenças, proporcionando um ambiente de trabalho mais saudável e inclusivo", informou a empresa em nota. Nesta tarefa, o desafio da empresa é encontrar soluções que sejam simples, de fácil aplicação e bem adaptáveis a diferentes culturas.

Para se inscrever às vagas, o candidato deve enviar currículo para:
Paraíba: gmonica@wmne.com.br (Mônica)
Maranhão: vlopes@wmne.com.br (Vitalina)
Teresina: scesar@wmne.com.br (César)
Fortaleza: rmorais@wmne.com.br (Rimenna)
Natal: anarodri@wmne.com.br (Ana Amélia)
Maceió: rosecosta@wmne.com.br (Rosejane)
Grande Recife: renatob@wmne.com.br (Renato)

Fonte: http://invertia.terra.com.br/terra-da-diversidade

Guardas civis de Guarulhos aprendem Libras



A Guarda Civil de Guarulhos decidiu investir na preparação de seu efetivo para atender aos 25 mil deficientes auditivos que vivem atualmente na cidade. A medida também ajudará a receber visitantes que visitarem o Brasil na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

“O ensino de Libras amplia nosso atendimento ao cidadão e está dentro de uma política de inclusão de pessoas com deficiência”, diz o Secretário Municipal para Assuntos de Segurança Pública, João Dárcio Ribamar Sacchi.

A primeira turma de Libras contou com 90 guardas. Recentemente, eles apresentaram uma peça teatral sobre a abordagem de suspeitos e a orientação de visitantes com destino a pontos turísticos da cidade, como o teatro Adamastor Centro. Até a “Canção da Guarda” foi apresentada ao público na linguagem de sinais.

Formação
Um grupo de trabalho com seis guardas foi constituído para aprimorar os estudos e ajudar a coordenadora, Regina Figueiredo, a difundir a linguagem de sinais na corporação. Uma nova turma deve iniciar as aulas em setembro.

Os profissionais habilitados em Libras portarão uma identificação em suas fardas, com um desenho com duas mãos representando a linguagem de sinais e o símbolo internacional reconhecido por deficientes auditivos.

Cão-guia ainda é sonho distante




Auxiliar na mobilidade e garantir mais segurança e independência ao deficiente visual. Essas são as principais tarefas dos cães-guia, animais que dão vida ativa a quem nasceu cego ou perdeu a visão. O problema é que, no Brasil, esse ainda é um sonho distante. Entidades ligadas ao tema estimam que atualmente existam apenas 80 cães para 1,4 milhão de deficientes em todo o País.

Entre os principais motivos que impedem que mais pessoas tenham um desses animais é o preço. Para treinar um cão, é necessário desembolsar entre R$ 28 mil e R$ 30 mil, que são gastos com alimentação, exames médicos, vacinas e equipamentos, além dos salários e verbas para ajuda de custo dos treinadores. Em muitos casos, os interessados têm que viajar para outros estados ou países em busca de um cão preparado.

As entidades que formam os animais têm de se preocupar também com a escolha das matrizes - o casal reprodutor que dará origem aos filhotes. A coordenadora do Projeto Cão Guia da ADA (Associação Brasiliense de Ações Comunitárias), Maria Lúcia de Campos, explica que o par tem de ser saudável para que a cria apresente menos riscos de doenças hereditárias.

Um dos males que mais acomete os cães de médio e grande portes é a displasia ."Esta doença acomete as articulações, principalmente na região coxo-femural. Isso faz com que acabe a lubrificação e haja um desgaste ósseo, o que causa dor e atrapalha a mobilidade", conta a coordenadora. A doença é avaliada em graus que vão das letras A até E. Para que um cachorro seja utilizado como guia, deve ter até o grau C, no máximo. Para diagnosticar a doença, são feitos diversos diagnósticos por imagem desde o nascimento do animal.

Apesar do alto custo, a coordenadora se queixa da falta de assistência por parte do poder público. "Os governos só demonstram interesse naquilo que dê retorno político." Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou em abril projeto para a construção de um centro de treinamento de cães-guia na USP (Universidade de São Paulo). O orçamento para a obra é de R$ 2,5 milhões e o prédio terá capacidade para até 92 cães. O prédio só deverá ficar pronto em 2013.

No Grande ABC, cuja população estimada de cegos é 17,5 mil pessoas, existem pelo menos dois cães-guia. Um dos deficientes que conseguiu um animal foi o consultor de informática Luiz Eduardo Porto de Oliveira, 43 anos, de São Caetano. Há três anos ele ganhou a companhia de Harry, um labrador preto treinado em Brasília.

Oliveira ficou cego aos 23 anos, quando foi acometido por uma retinose pigmentar. Desde então, passou a utilizar a bengala como instrumento de auxílio para se locomover. A partir de 2001, iniciou a busca por um cão-guia. Em 2006, entrou na fila de espera do instituto brasiliense, sendo chamado apenas dois anos depois.

Atualmente, o consultor se sente mais seguro para caminhar, o que resulta em independência. "Quem tem o cão-guia, jamais quer voltar para a bengala. Eu faço tudo, tenho uma vida normal", conta. Oliveira ressalta que, desde que começou a contar com Harry, nunca mais caiu ou bateu a cabeça em orelhões, conhecidos vilões dos cegos. "Eles são treinados para desviar de obstáculos aéreos."

Reação ainda é de espanto e surpresa
"Nossa, é um cão-guia?" "Que bonitinho! Posso por a mão?" Essas são algumas das reações de quem vê um deficiente visual sendo guiado por um animal pelas ruas. A equipe do Diário andou por cerca de uma hora e meia pelo Centro de São Caetano acompanhada do consultor de informática Luiz Eduardo Porto de Oliveira, 43 anos, e de Harry, o labrador preto que orienta seus passos.

Por lei, os estabelecimentos públicos e privados são obrigados a permitir a entrada desse tipo de animal. Em nenhum dos locais visitados, como shopping, lanchonete e loja de roupas, Harry foi barrado. Mesmo assim, muitos demonstravam espanto ao ver pela primeira vez um cão-guia.

A aposentada Joaquina Ferreira, 72, queria brincar com o labrador. "Adoro animais, na minha casa eu tenho três. Isso é uma coisa abençoada." Ela contou que nunca havia se deparado com um cão-guia em outras ocasiões.

Apesar do temperamento manso e da boa aparência do cão, não é aconselhado fazer carinho no bicho enquanto ele guia alguém. "Isso acaba desconcentrando o cachorro e pondo em risco nossa segurança. As pessoas têm que entender que ele está a trabalho", alerta Oliveira. O consultor diz que nem sempre as orientações são atendidas. "Muitos acham que estamos sendo antipáticos."

Durante a semana, a reportagem também acompanhou os passos de Ema, uma filhote de labrador que está sendo treinada ser guia. Quem acompanha o treinamento é a estudante Vânia Feitosa, 22, que não é deficiente visual. Mesmo ainda não sendo uma cadela formada, Ema também não foi impedida de entrar nos lugares por onde visitou, como lojas e praça de alimentação do Shopping Grand Plaza, em Santo André, e a estação de trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), de onde partiu para uma viagem de ida e volta até a Estação de Utinga. Dentro do estabelecimento, a dupla teve dificuldade para caminhar, devido ao grande número de curiosos que as paravam no meio do caminho.

A estudante conta, no entanto, que já teve dificuldades para passear com a cachorra. "No trólebus e no metrô, muitas vezes tentaram nos impedir de entrar. Mas foi só eu mostrar a lei para os funcionários que eles acabaram cedendo. Mesmo assim, foi meio a contragosto", relata.

Ema faz parte de um projeto do Sesi (Serviço Social da Indústria) para treinar novos animais. A ação é fruto de uma parceria com a Fundação Dorina Nowill e o instituto Meus Olhos Têm Quatro Patas. A coordenadora do projeto, Beatriz Canal, informa que o investimento aplicado para a capacitação de 32 cães é de R$ 1 milhão.

Treinamento demora cerca de dois anos
Para que um filhote esteja pronto para guiar uma pessoa, o tempo de treinamento é de aproximadamente dois anos. A capacitação é dividida em três etapas. Na primeira, o animal passa por um processo de socialização. Nesse período, convive com uma família de pessoas sem deficiência, que é incumbida de levar o cachorro para passear em locais de grande circulação para acostumar com o movimento. Esse processo encerra quando o bicho completa um ano.

Em seguida, o animal é levado novamente ao canil, onde passará pelo processo de treinamento. "A ideia do treinamento é mostrar para o cão que o dono é cego e precisa dele. É criar uma consciência. Não é um adestramento como nos cães da polícia, e sim uma educação", explica o economista Luiz Alberto Melchert Silva, presidente do Instituto Meus Olhos Têm Quatro Patas. Esta fase dura entre seis e oito meses.

Na última etapa do treinamento, o cão inicia a convivência com o cego. Nessa etapa, que leva aproximadamente três meses, o deficiente aprende a interpretar os sinais emitidos pelo animal, como alerta de obstáculos, por exemplo.

A presidente do Instituto Iris, Thays Martinez, foi uma das primeiras pessoas a contar com cães-guia no Brasil. Em 2000, passou a ter a companhia de Boris, um labrador amarelo treinado nos Estados Unidos. O cachorro foi aposentado em 2008 e faleceu em 2009. Desde então, Thays passou a conviver com Diesel, um labrador na cor preta.

Ela conta que, antes da criação da lei federal 11.126, de 2005, a dificuldade para entrar com o cachorro nos locais de grande circulação era ainda mais difícil. Ela travou batalha judicial com o Metrô de São Paulo, que não queria deixá-la entrar nas composições com o animal. Foi necessária uma liminar que garantisse o acesso. "Infelizmente, as pessoas têm falta de conhecimento e acabam rejeitando os animais por ignorância."

Fonte: http://www.dgabc.com.br/

domingo, 7 de agosto de 2011

Te Procuro (Minha Princesa)

Nas estrelas
Te procuro.
Nas canções eu me perco.
Suas palavras ainda parecem
murmurarem
Ao pé do meu ouvido.
Te procuro
Sem saber porque,
Te desejo sem culpa...
Para cada estrela
Uma lágrima de saudade...
Uma procura sem fim.
Um amor
Que o tempo não levou,
Que pedaço da minha alma roubou...
Te Procuro
Em Sonhos
Mas só te encontro em pensamentos...
Te procuro
Mas só encontro meu coração
Doendo de saudade de você...
Uma fuga de mim,
Um abandono que me tortura...
Se entrega,
Porque mesmo que fuja
A linda lua cheia será a fuga

de seus olhos...
Volta para o meu coração
E faça de cada estrela
Um novo passo para felicidade.
Renda-se ao nosso amor
Pois não saberei o que é ser feliz
Se Eu Não Te Encontrar...