Alma gêmea de minha alma
Flor de luz de minha vida
Sublime estrela caida
Das belezas da amplidão
Quando eu errava no mundo...
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.
Vinhas na benção das flores
Da divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!!
És meu tesouro infinito.
Juro-te eterna aliança.
Porque sou tua esperança,
Como és todo meu amor!!
Alma gêmea de minha alma
Se eu te perder algum dia...
Serei tua escura agonia,
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Amor, uma coisa muito grande (Minha Princesa)
A chuva cai...
E eu pensando em você
Olho os casais, lembro de nós dois...
Por que aquele tempo passou?!?!
Eu só queria que fosse igual
o amor que os poetas
Escrevem em poesias...
Eu ainda to procurando alguém
que esta tão perto de mim...
Ainda espero achar em você
Um amor pra se amar,um alguém
pra ser amado
Um amor pra viver...
um amor pra ser vivido!!
E eu pensando em você
Olho os casais, lembro de nós dois...
Por que aquele tempo passou?!?!
Eu só queria que fosse igual
o amor que os poetas
Escrevem em poesias...
Eu ainda to procurando alguém
que esta tão perto de mim...
Ainda espero achar em você
Um amor pra se amar,um alguém
pra ser amado
Um amor pra viver...
um amor pra ser vivido!!
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Oi boa noite a todos (as)
Meu nome é Alex Pereira
Sou o administrador desse blog e gostaria de pedir a vcs que acessam o nosso blog eu digo o nosso porque sem vcs para lerem não adiantaria nada coloca-lo no ar por isso que é nosso, que vcs deixassem comentarios, qualquer tipo de comentario não ficarei zangado se vcs forem mais forte no comentario pelo contrario isso me dara mais força para continuar e também deixem links ou assuntos que vcs queram ver sobre a acessibilidade que é a nossa luta, uma luta diaria e desigual quem passa por isso sabe o que eu to falando.
É isso ae muito obrigado a todos (as), e um grande abraço.
Alex Pereira
Meu nome é Alex Pereira
Sou o administrador desse blog e gostaria de pedir a vcs que acessam o nosso blog eu digo o nosso porque sem vcs para lerem não adiantaria nada coloca-lo no ar por isso que é nosso, que vcs deixassem comentarios, qualquer tipo de comentario não ficarei zangado se vcs forem mais forte no comentario pelo contrario isso me dara mais força para continuar e também deixem links ou assuntos que vcs queram ver sobre a acessibilidade que é a nossa luta, uma luta diaria e desigual quem passa por isso sabe o que eu to falando.
É isso ae muito obrigado a todos (as), e um grande abraço.
Alex Pereira
Deficientes sofrem com falta de acessibilidade
Raimundo Nonato da Silva é cadeirante há muitas décadas, tantas, que tem até dificuldade para contar os anos de cabeça. Sem comentar o motivo pelo qual foi parar em uma cadeira de rodas, o senhor que passa seus dias na frente da agência do Banco do Brasil da Avenida JK. Tem marcado na pele, que é cheia de cicatrizes, os acidentes que sofreu por conta da falta de acessibilidade.
Levantando a bandeira dos deficientes físicos, Raimundo enfrenta uma batalha diária pelo direito de ir e vir. Em casa, nos pontos de ônibus, dentro dos próprios coletivos e ao tentar o acesso aos prédios públicos, tudo é uma grande luta para quem tem a mobilidade limitada. “Quando se trata do assunto acessibilidade posso dizer que tenho uma experiência longa, porque há anos eu luto pela defesa dos direitos dos cadeirantes. Hoje em dia, mesmo com as leis específicas para quem é deficiente, a realidade é muito diferente. Ainda enfrentamos problemas para entrar nos supermercados, nos bancos, nos restaurantes”, afirma.
Raimundo diz que a maior dificuldade é que nenhum local ou estabelecimento em Palmas está completamente preparado para receber um deficiente. “O que você percebe é que se há uma rampa, há também uma escada. Se existe um acesso, não tem banheiro especial. E se existe, não é respeitado pela população. Quando o poder público ou a iniciativa privada tomam alguma atitude, a própria população não respeita. Cansei de ver carros estacionados em vagas para deficientes, motos paradas na frente das rampas e por aí vai”, explica.
Na opinião do cadeirante, resguardando-se alguns edifícios e estabelecimentos comerciais, a capital do Tocantins ainda não é um lugar para quem tem a mobilidade limitada. “É preciso ficar atento quando se discute a construção de rampas. Elas precisam ser largas e não estreitas como acontece na maioria das vezes. Próximo a Unicom, por exemplo, nem rampa tem, sempre temos que contar com a boa vontade das pessoas para atravessar a rua. Às vezes me vejo em situações humilhantes, é muito difícil”, observa o cadeirante.
Transporte coletivo
Para Raimundo, porém, a maior dificuldade é quando se trata de transporte coletivo. De acordo com o cadeirante, que participou da inauguração da primeira linha de ônibus adaptada para deficientes físicos, os motoristas não estão preparados para lidar com esta classe.
“Foram anos lutando pelos ônibus adaptados, tivemos um avanço, mas agora já são anos lutando contra motoristas mal educados. Já tive muito problema nos coletivos. Os condutores não sabem acionar a rampa e numa dessas levei um tombo de uma altura grande e acabei me machucando muito”, diz.
Para o futuro, o cadeirante garante que quer continuar lutando pelo respeito aos deficientes. Apostando que para dar certo, a batalha precisa ser feita da união de quem tem a mobilidade limitada, Raimundo garante que sua parte, ele vai continuar fazendo. “Uma andorinha só não faz verão, isso é um fato. O poder público pouco faz se não for pressionado, então precisamos pressionar, precisamos correr atrás dos nossos direitos, afinal, somos tão cidadãos quanto qualquer um”, afirma.
Levantando a bandeira dos deficientes físicos, Raimundo enfrenta uma batalha diária pelo direito de ir e vir. Em casa, nos pontos de ônibus, dentro dos próprios coletivos e ao tentar o acesso aos prédios públicos, tudo é uma grande luta para quem tem a mobilidade limitada. “Quando se trata do assunto acessibilidade posso dizer que tenho uma experiência longa, porque há anos eu luto pela defesa dos direitos dos cadeirantes. Hoje em dia, mesmo com as leis específicas para quem é deficiente, a realidade é muito diferente. Ainda enfrentamos problemas para entrar nos supermercados, nos bancos, nos restaurantes”, afirma.
Raimundo diz que a maior dificuldade é que nenhum local ou estabelecimento em Palmas está completamente preparado para receber um deficiente. “O que você percebe é que se há uma rampa, há também uma escada. Se existe um acesso, não tem banheiro especial. E se existe, não é respeitado pela população. Quando o poder público ou a iniciativa privada tomam alguma atitude, a própria população não respeita. Cansei de ver carros estacionados em vagas para deficientes, motos paradas na frente das rampas e por aí vai”, explica.
Na opinião do cadeirante, resguardando-se alguns edifícios e estabelecimentos comerciais, a capital do Tocantins ainda não é um lugar para quem tem a mobilidade limitada. “É preciso ficar atento quando se discute a construção de rampas. Elas precisam ser largas e não estreitas como acontece na maioria das vezes. Próximo a Unicom, por exemplo, nem rampa tem, sempre temos que contar com a boa vontade das pessoas para atravessar a rua. Às vezes me vejo em situações humilhantes, é muito difícil”, observa o cadeirante.
Transporte coletivo
Para Raimundo, porém, a maior dificuldade é quando se trata de transporte coletivo. De acordo com o cadeirante, que participou da inauguração da primeira linha de ônibus adaptada para deficientes físicos, os motoristas não estão preparados para lidar com esta classe.
“Foram anos lutando pelos ônibus adaptados, tivemos um avanço, mas agora já são anos lutando contra motoristas mal educados. Já tive muito problema nos coletivos. Os condutores não sabem acionar a rampa e numa dessas levei um tombo de uma altura grande e acabei me machucando muito”, diz.
Para o futuro, o cadeirante garante que quer continuar lutando pelo respeito aos deficientes. Apostando que para dar certo, a batalha precisa ser feita da união de quem tem a mobilidade limitada, Raimundo garante que sua parte, ele vai continuar fazendo. “Uma andorinha só não faz verão, isso é um fato. O poder público pouco faz se não for pressionado, então precisamos pressionar, precisamos correr atrás dos nossos direitos, afinal, somos tão cidadãos quanto qualquer um”, afirma.
Avape completa 29 anos atendendo mais de 740 mil pessoas só em 2010

No próximo dia 29 de junho, a Avape - Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência completa 29 anos e comemora a conquista prestando homenagens a pessoas e parceiros que contribuíram para a construção de sua história e, consequentemente, para o fortalecimento das causas das pessoas com deficiência. Nesta data, a associação promove um café da manhã especial no auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, no Memorial da América Latina, a partir das 9h00, que deve contar com um público de cerca de 150 pessoas, entre autoridades, colaboradores, parceiros, ONGs, entre outros.
"Chegamos até aqui cumprindo com a nossa missão de incluir as pessoas com deficiência no mercado de trabalho e na sociedade. Em 2010, foram mais de 740 mil pessoas atendidas por nossos programas. Com a associação a parceiros conseguimos fazer crescer essas ações e melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social que se beneficiam do nosso trabalho", diz a presidente da Avape, Dra. Sylvia Cury.
Para a presidente, além de celebrar a solidez com que a Avape chega aos seus 29 anos, o evento do próximo dia 29 servirá para fortalecer as parcerias já estabelecidas e divulgar aos possíveis novos parceiros todo o potencial e preparo da associação na promoção e defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
Na ocasião, será realizada uma solenidade para homenagear os presentes em seis diferentes categorias: Pessoas com deficiência de sucesso, Organizações, Empresas, Projetos/Cases, Conselheiros e Funcionários mais antigos. O objetivo é apresentar aos convidados boas práticas realizadas pela instituição voltadas à reabilitação, capacitação e inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, além de reconhecer publicamente o empenho de personalidades e cidadãos comuns que atuam neste segmento.
São esperadas na comemoração as presenças da Dra. Linamara Rizzo Battistella, Secretária Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de Marcos Belizário, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, entre outras autoridades.
Serviço: Evento de comemoração dos 29 anos da Avape
Data: 29 de junho de 2011
Horário: 9h00
Local: Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo - Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 - Barra Funda/SP
"Chegamos até aqui cumprindo com a nossa missão de incluir as pessoas com deficiência no mercado de trabalho e na sociedade. Em 2010, foram mais de 740 mil pessoas atendidas por nossos programas. Com a associação a parceiros conseguimos fazer crescer essas ações e melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social que se beneficiam do nosso trabalho", diz a presidente da Avape, Dra. Sylvia Cury.
Para a presidente, além de celebrar a solidez com que a Avape chega aos seus 29 anos, o evento do próximo dia 29 servirá para fortalecer as parcerias já estabelecidas e divulgar aos possíveis novos parceiros todo o potencial e preparo da associação na promoção e defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
Na ocasião, será realizada uma solenidade para homenagear os presentes em seis diferentes categorias: Pessoas com deficiência de sucesso, Organizações, Empresas, Projetos/Cases, Conselheiros e Funcionários mais antigos. O objetivo é apresentar aos convidados boas práticas realizadas pela instituição voltadas à reabilitação, capacitação e inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, além de reconhecer publicamente o empenho de personalidades e cidadãos comuns que atuam neste segmento.
São esperadas na comemoração as presenças da Dra. Linamara Rizzo Battistella, Secretária Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de Marcos Belizário, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, entre outras autoridades.
Serviço: Evento de comemoração dos 29 anos da Avape
Data: 29 de junho de 2011
Horário: 9h00
Local: Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo - Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 - Barra Funda/SP
Brasil nas semifinais do Mundial de Futebol de 7
A Seleção brasileira continua a todo vapor na Copa do Mundo de Futebol de 7. Depois de se classificar em primeiro lugar em um grupo que tinha Austrália, Espanha e a anfitriã Holanda, o Brasil chegou às quartas-de-final como favorito e fez bonito: venceu a seleção escocesa por 4 a 1 e se classificou para a semifinal da Copa.
O jogo foi o mais complicado da seleção até aqui. Na primeira etapa, a Escócia começou jogando bem e não demorou para abrir o placar, com Thomas Brown. Com a desvantagem no marcador, o Brasil foi para cima e conseguiu se recuperar aos 13 minutos de jogo, com gol de Wanderson.
A partir daí, o domínio foi brasileiro. Sempre buscando o ataque, a equipe deu muito trabalho para a defesa escocesa, que não aguentou a pressão por muito tempo. O próprio Wanderson virou o jogo e Fábio da Silva ampliou a vantagem, antes do fim da primeira etapa.
No segundo tempo, Mateus Francisco marcou o quarto gol do Brasil bem no início e a seleção recuou, dando espaço para a Escócia jogar. Os europeus passaram a dominar o jogo, mas não conseguiram furar a boa defesa brasileira, que não sofreu mais gols.
O Brasil entra em campo de novo naem 29 de junho para enfrentar a Rússia. O duelo vale uma vaga na final do Mundial, que acontece na sexta-feira, dia 1º de julho. No outro jogo das semifinais, se enfrentam Ucrânia e Irã.
Fonte: http://www.cpb.org.br/
O jogo foi o mais complicado da seleção até aqui. Na primeira etapa, a Escócia começou jogando bem e não demorou para abrir o placar, com Thomas Brown. Com a desvantagem no marcador, o Brasil foi para cima e conseguiu se recuperar aos 13 minutos de jogo, com gol de Wanderson.
A partir daí, o domínio foi brasileiro. Sempre buscando o ataque, a equipe deu muito trabalho para a defesa escocesa, que não aguentou a pressão por muito tempo. O próprio Wanderson virou o jogo e Fábio da Silva ampliou a vantagem, antes do fim da primeira etapa.
No segundo tempo, Mateus Francisco marcou o quarto gol do Brasil bem no início e a seleção recuou, dando espaço para a Escócia jogar. Os europeus passaram a dominar o jogo, mas não conseguiram furar a boa defesa brasileira, que não sofreu mais gols.
O Brasil entra em campo de novo naem 29 de junho para enfrentar a Rússia. O duelo vale uma vaga na final do Mundial, que acontece na sexta-feira, dia 1º de julho. No outro jogo das semifinais, se enfrentam Ucrânia e Irã.
Fonte: http://www.cpb.org.br/
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