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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Fiesp promove curso de inclusão de deficientes

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A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) em Jaú promovem o curso Inclusão de Pessoas com Deficiência e Aprendizes no Mercado de Trabalho – Diretrizes Legais, Melhores Práticas e Cases de Inclusão. O evento capacitará empresários para implementar programas de promoção da inclusão dentro das firmas, com noções de normas regulatórias e exemplos de casos bem-sucedidos.
A atividade será entre hoje e amanhã, das 8h30 às 17h30, na sede do Ciesp, localizada à Rua Luiz Brancaglion, 20, Vila Assis. Mais informações podem ser obtidas no site www.fiesp.com.br/soucapaz/.
comerciodojahu.com.br

Terminal Químico de Aratu é condenado a pagar R$ 100 mil por não contratar pessoas com deficiência

mercado-de-trabalhoO Terminal Químico de Aratu S/A (Tequimar) foi condenado pela 1ª Vara do Trabalho de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, a pagar indenização de R$100 mil por descumprir a chamada ”Lei de Cotas”, que garante a inserção de pessoas com deficiência física ou mental ao mercado de trabalho. A sentença determina ainda que a empresa contrate pessoas com deficiência até atingir o percentual mínimo exigido por lei, que é de 2% a 5% dos postos de trabalho em empresas com mais de 100 funcionários.
Na determinação do juiz titular Franklin Rodrigues, se dentro de um ano a empresa não estiver regular em relação às contratações, pagará mensalmente o valor de R$ 10 mil por cada empregado com deficiência não contratado.
Esse valor será revertido para uma instituição sem fins lucrativos a ser indicada pelo Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA), que ajuizou a ação contra a empresa. Segundo o MPT-BA, a ação foi movida na Justiça do Trabalho após o órgão constatar que a empresa não cumpria o percentual mínimo do quadro de funcionários destinado às pessoas com deficiência determinado pela lei.
Na época em que foi fiscalizado, o Tequimar mantinha em seu quadro 608 empregados, dos quais apenas oito tinham algum tipo de deficiência, quando devia ter pelo menos 25 trabalhadores nessa condição, ou seja, 4% sobre a quantidade total de funcionários. A empresa já recorreu da decisão do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA).
Fonte: bahianoticias.com.br

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A saga de uma haitiana com deficiência visual no Brasil

Dois anos após chegar ao Brasil, Nadine Talleis, imigrante com deficiência visual, estuda para se tornar diplomata e quer publicar um livro.
Publicada em 17 de julho de 2015 - 11:00
Duas fotos de Nadine sorrindo
Enquanto uma multidão se acotovelava à espera das quentinhas com o almoço, uma mulher esperava em silêncio no canto, torcendo para que sobrasse comida para ela.
Deficiente visual e viajando sozinha, a haitiana Nadine Talleis estava há quase dois meses naquele abrigo quando a BBC Brasil a abordou durante uma reportagem sobre a crise migratória no Acre, em 2013.
Após a entrevista, ela pediu ajuda para que pudesse deixar o alojamento, um ginásio cercado por lama onde 1.300 imigrantes dividiam dois banheiros e dormiam num espaço que deveria abrigar 200.
Passados dois anos, Nadine hoje mora no Distrito Federal, cursa o terceiro semestre da faculdade de Direito e pretende ser diplomata.
"Aquele foi o momento mais difícil desde que eu cheguei aqui", lembra Nadine, de 29 anos, em conversa pelo telefone nesta semana.
Estado de emergência
As condições do abrigo em Brasileia fizeram o governo do Acre decretar estado de emergência.
Com a carteira vazia, Nadine estava angustiada porque os empresários que visitavam o centro todos os dias para contratar imigrantes só recrutavam homens, em geral para serviços braçais no Sul e Sudeste.
"Eles iam embora e eu pensava: 'vou ter que passar outra noite neste lugar'."
Sem conseguir se deslocar pela cidade, pois só tem 15% da visão, ela contava com voluntários e funcionários do abrigo para encontrar algum emprego como massagista ou telefonista.
A haitiana já havia desempenhado as duas funções ao viver por três anos na República Dominicana, antes de se mudar para o Brasil.
Na capital Santo Domingo, ela fez um curso de massagem e, ao trabalhar num call center, aprendeu a falar espanhol e inglês. Como já conhecia o francês e o creole, as línguas oficiais do Haiti, passou a dominar quatro idiomas.
Infância e terremoto
Nadine cruzou a fronteira com a República Dominicana após o terremoto que atingiu o Haiti em 2010. Ela vivia no país natal com o avô, que lhe criara desde que seus pais haviam morrido, em sua infância.
Apesar dos crescentes problemas para enxergar, conta que "tinha tudo de que precisava".
Filha única, Nadine diz ter herdado duas casas dos pais, o que lhe garantiu certa segurança financeira.
No entanto, o terremoto pôs abaixo os dois imóveis, causando-lhe um grande prejuízo.
Como o avô estava velho e não podia sustentá-la, Nadine foi morar com parentes na República Dominicana. "Eles tratam muito mal os haitianos lá", lembra.
Estima-se que 500 mil pessoas nascidas no Haiti ou de ascendência haitiana vivam na República Dominicana.
Grande parte do grupo está num limbo jurídico desde que, em 2013, a Justiça do país decidiu que filhos de imigrantes ilegais nascidos após 1929 não têm direito à cidadania dominicana, o que abriu o caminho para deportações em massa.
Nadine diz ter decidido deixar o país após gastar 30 mil pesos dominicanos (cerca de R$ 2.100) para tentar regularizar sua documentação, sem êxito. "Doeu muito o meu coração."
Ela soube que um tio havia migrado para o Brasil e que o país era mais aberto a estrangeiros.
Com as economias que lhe restavam, voou da República Dominicana até o Equador e, de lá, contou com a ajuda de outros haitianos para viajar de ônibus até a fronteira do Brasil com o Peru.
"Pensei que o Brasil poderia me ajudar, porque havia progresso no Brasil", ela disse em inglês ao ser entrevistada ainda no abrigo, em 2013.
No país, diz ter notado semelhanças entre haitianos e brasileiros. "A alegria do brasileiro se parece muito com a nossa. E quando você tem alegria, não falta nada."
Fonte: UOLSite externo.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Ação da Organização Sorriso devolve sorriso a crianças com deficiência

Crianças com lábio leporino, uma abertura na região labial, tiveram seus lábios pintados que os ajudavam a apresentar uma emocionante peça infantil.
Publicada em 16 de julho de 2015 - 15:15
Foto de duas crianças com os lábios pintados sorrindo
Poucas coisas na vida são tão belas e espontâneas como o sorriso de uma criança. Mas e quando o ato de sorrir é inibido por uma deficiência física?
Algumas pessoas nascem com uma má formação congênita que a medicina chama de lábio leporino. Trata-se de uma abertura na região labial, fator que naturalmente causa constrangimento para quem a detém.
Pensando em ajudar crianças com esse problema, a organização mundial "Operação Sorriso" criou uma ação para que pequenos meninos e meninas de Bangkok voltem a sorrir sem nenhum pudor.
Eles tiveram os lábios pintados com figuras como jacarés, sapos e outros personagens que os ajudavam a apresentar uma emocionante peça infantil, com as luzes do teatro apenas sobre a parte inferior de seus rostos.
A ideia colocou literalmente o problema sob o holofote do público, mas não de uma maneira chocante, e sim doce e divertida.
De quebra, a ação criada pela agência BBDO de Bangkok conseguiu fazer com que a organização levantasse fundos necessários para operar mais de mil garotos e garotas com lábio leporino.
Confira abaixo o vídeo da ação:
Fonte: ExameSite externo.

1- Ter que manobrar a cadeira de rodas em lugares apertados!

2- Se sente preso quando a cadeira estragar ou quando fura o pneu

3- Fica sem jeito, quando alguém começa a fazer algo por você, que você já estava fazendo conseguindo fazer sozinho

4- Quando chega em algum lugar e todo mundo vai abrindo caminho

  5- Quando você chega na parada e vê alguém com um carrinho de bebê, que provavelmente vai querer usar a vaga de cadeirante dentro do ônibus
  6-As caras assustadas que já olharam pra você

7- Quando o cadeirante passa por caminhos novos e se depara com um degrau do nada 


8- Conhece todos os buraco das calçadas, ou passeios, que costuma usar.


9- Os seus movimentos de dança não são tradicionais, mas eles ainda funcionam.

10- Os banheiros para pessoas com deficiência em locais públicos

11- Que essas pedrinhas são o verdadeiro "inferno"

11- Quando você quer ir em algum lugar, mas não tem acesso

12- Quando você quer ir em algum lugar e ele TEM acesso e ainda, um banheiro lindo e cheiroso para pessoas com deficiência

domingo, 2 de agosto de 2015

Homem tetraplégico gerencia franquia online de camisetas por sensor e voz

No dia a dia do negócio, o empreendedor trabalha deitado com o notebook sobre um suporte ou sentado na cadeira de rodas com o computador em uma mesa.
Publicada em 16 de julho de 2015 - 10:15
Foto de Manuel em sua cadeira sorrindo
Os movimentos com a cabeça e a voz do paulista Manuel José da Trindade Neto, 31, bastam para que ele consiga gerenciar seu negócio próprio. Após perder os movimentos dos braços e das pernas em um acidente de moto, o empreendedor viu numa franquia online de venda de camisetas a chance de aumentar a renda. Ele também recebe aposentadoria por invalidez.
Seu site próprio, chamado Nerd FashionSite externo., é operado em casa, por meio de um computador com acesso à internet. Um programa, que usa a câmera como sensor, capta o movimento da cabeça como se fosse o comando do mouse. Ele também usa um software que converte a fala em texto. Assim, Neto, como é conhecido, consegue realizar os procedimentos necessários para o negócio.
Neto é franqueado da rede Camisetas da Hora em Ribeirão Preto (313 km ao norte de São Paulo). Ele revende os produtos da marca num endereço online personalizado. A tarefa do empreendedor é manter a página atualizada, divulgar os produtos, tirar dúvidas de clientes e passar os pedidos para a franqueadora, que é responsável por produção e envio das camisetas.
No dia a dia do negócio, o empreendedor trabalha deitado em uma cama com o notebook sobre um suporte adaptado ou sentado em uma cadeira de rodas com o computador em uma mesa à frente. Para tarefas básicas, como se alimentar e se locomover, ele tem ajuda da mãe.
Neto afirma vender, em média, 500 camisetas por mês, o que lhe rende um faturamento entre R$ 20 mil e R$ 22 mil. O lucro, no entanto, fica entre R$ 5.000 e R$ 6.000. "Com esse dinheiro, consigo pagar minhas despesas médicas e ainda sobra um pouco para o lazer." O empreendedor não detalhou os custos médicos, mas diz fazer fisioterapia e precisar de equipamentos especiais.
Fonte: UOLSite externo.

sábado, 1 de agosto de 2015

Nike cria tênis com zíper especial para pessoas com deficiência

Os tênis podem ser calçados e ajustados com apenas uma mão, facilitando a vida de pessoas com mobilidade reduzida.
Publicada em 15 de julho de 2015 - 15:00
Foto do tênis com o novo zíper adaptado
Graças a um episódio que começou há sete anos, a NikeSite externo. está desenvolvendo tênis que podem ser calçados e ajustados com apenas uma mão, o que vai facilitar a vida de pessoas com mobilidade reduzida. E a empresa fez isso reinventando o zíper.
Tudo começou quando Jeff Johnson, que havia sido o primeiro funcionário da Nike, sofreu um acidente vascular cerebral e perdeu a articulação da mão direita. Mark Parker, o CEO da empresa, acionou o diretor de inovações atléticas, Tobie Hatfield, e pediu que ele desenvolvesse um calçado que pudesse ser usado pelo ex-companheiro. O resultado foi um modelo com duas tiras de velcro cruzadas que Johnson poderia usar durante sua recuperação.
O caso ficou dormente até 2012, quando Parker acionou Hatfield outra vez, desta vez para atender um garoto de 16 anos que vivia em Miami. Matthew Walzer, que teve paralisia cerebral, era fanático pela Nike e escreveu em seu blog que os tênis da marca eram melhores que os calçados ortopédicos, pois não causam bolhas por manter pernas e pés estabilizados. O problema é que ele não conseguia amarrar os próprios tênis.
Parker queria ajudar Walzer, e foi aí que Hatfield começou a trabalhar no que viria a se transformar no Flyease, a reinvenção do zíper. O diretor passou a conversar frequentemente com o garoto, que recebia protótipos e depois contava o que tinha achado do trabalho, até que chegaram ao ponto atual.
O tênis que usa o Flyease é aberto como se fosse uma laranja. Há um zíper que vai de um canto a outro e, no final, se conecta a um velcro que faz o resto do trabalho. Quando aberto, há espaço suficiente para colocar e tirar o pé sem nem mesmo encostar as mãos no tênis.
Hatfield disse à Fast Co. que a tecnologia ainda não está totalmente pronta, mas será lançado mesmo assim porque a Nike entende que do jeito que está ela já é capaz de ajudar pessoas na mesma situação de Walzer. A ideia, entretanto, não é ter uma linha só para quem tem mobilidade reduzida, tanto que o próprio executivo tem um modelo particular que ele usa para correr, e que acelera sua passagem pela área de segurança dos aeroportos (onde é preciso ficar descalço).
Fonte: Olhar DigitalSite externo.