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segunda-feira, 23 de maio de 2011

O amor é: (Minha Princesa)


Sonhar, intuindo sensações e emoções...
Brilho nos olhos e intensa alegria na alma...
Sentir o palpitar acelerado do coração só de pensar...
Desejar estar junto, sem reservas, disfarces, cúmplice.
Tocar e ser tocada de tantas formas...
Com palavras, com silencio, com olhares, dar e sentir prazer.
Não precisar perguntar, nem responder, apenas compreender.
Falar sobre tudo ou não precisar dizer nada.
Aceitar os defeitos e reconhecer as qualidades
Compartilhar tempo e espaço.
Recordar o passado, viver o presente
e não pensar no futuro.

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR (Minha Princesa)

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

terça-feira, 17 de maio de 2011

POR QUE TE AMO (Minha Princesa)

Perguntas por que te amo. Queres saber?
Então vou agora, em poucas palavras te dizer...
Amo-te sem qualquer motivo sem qualquer razão
Pois o amor sempre vem sem dar explicação

Amo-te por teu carinho, por tua delicadeza
Porque sabes entender a vida com clareza
Porque estás sempre ao meu lado nas horas incertas
Com seu amor e sua porta sempre aberta

Amo teu carinho que me dás com tanto afeto
Amo quando me atendes nos momentos incertos
Amo muito os momentos em que contigo passo
Amo muito e sinto sempre o calor do teu abraço

Amo-te ate nas horas em que não estás presente
Pois te sinto sempre no coração na mente
Amo teu cheiro, teu perfume embriagador
Que em mim acende a chama de um amor

Amo enfim, tudo de bom que em ti eu sinto
E tudo em ti é lindo e bom, eu não minto
Amo-te com amor ardente, amo-te por inteiro
E creia que esse amor é lindo e verdadeiro
Você é o meu charme,
a minha beleza
e a doce realeza
dos meus sentidos.
Acho que você sabe,
que só existe uma chave
pra abrir o meu coração.
E é você que tem
o tempero exato,
pra ser de fato
a minha linda
e grande paixão
Podemos nos encontrar
nas esquinas de qualquer lugar,
ou pelas avenidas da vida.
Que eu sempre vou te amar
e estar ao teu lado com o meu amor. . .

sábado, 7 de maio de 2011

Pedagoga transforma pessoas com deficiência em bailarinos


Quem tem a oportunidade de ver a jovem Lívia Andrade, 26 anos, no palco, pode comprovar que para a dança não existem limites. Portadora de gangliosidose, uma doença genética rara causada pela falta de uma enzima fundamental para o funcionamento dos neurônios, Lívia e sua família encontraram na dança uma forma de reinventar a vida, seus personagens, histórias e lições. O tempo de Lívia é outro. Sentada na cadeira de rodas, sem poder andar ou falar, a jovem que sempre amou os palcos e sonhava em fazer teatro quando criança conseguiu, por meio da dança, uma forma de traduzir suas emoções, sensações e inquietações, dando uma nova cor e uma nova forma ao seu corpo.

“É contagiante ver a alegria de Lívia quando ela está no palco. Ela não precisa saltar ou fazer malabarismo com o seu corpo para estar dançando. Basta olhar o brilho nos seus olhos e o sorriso que estampa o seu rosto”, confessa sua mãe, Raquel Firmino Andrade, de 45 anos, que além de Lívia, possui um outro filho, Eric Andrade, 22 anos, com a mesma doença da irmã, e a caçula Bárbara, de 18 anos. Juntos, eles se entregam a dança e sobem ao palco todos os sábados para ensaiar novos passos de uma coreografia improvisada. A oportunidade de dançar com toda a família aconteceu devido a iniciativa da bailarina e pedagoga Keyla Ferrari Lopes, idealizadora e presidente da ONG Centro de Dança Integrado (CEDAI), em Campinas, que coleciona histórias comoventes de superação como as de Lívia e sua família.

Keyla abandonou a carreira de bailarina profissional para ensinar crianças e adultos a dançar. Aos 17 anos de idade, começou então a se apresentar em asilos, orfanatos e instituições de pessoas com deficiência, onde diz ter recebido os aplausos mais sinceros e verdadeiros da vida dela. Numa destas apresentações, crianças com deficiência mental não se contentaram em olhar e mostraram que queriam e podiam dançar também. “Foi neste momento que eu decidi me dedicar a ensinar coreografias às pessoas com deficiência, sejam elas físicas, motora, mentais ou sensoriais”, conta a bailarina.

O projeto já existe há 14 anos, porém, como organização efetiva, há pouco mais de oito, e é visto como uma nova maneira de olhar e contemplar as linguagens corporais e estéticas da dança. Há quem diga que é um estado de libertação. Talvez o mais apropriado seja chamar de atividade inclusiva. Keyla explica que, ali, todos são iguais por terem as mesmas possibilidades de participação. Os movimentos não são predeterminados para não correr o risco de excluir algum participante. "Não posso dar um comando que alguém do grupo não possa fazer." Durante a aula, segundo ela, todos entram em contato com seus limites e com os dos outros. Ninguém cuida de ninguém. Se precisarem de ajuda, vão pedir. E terão. "Isso muda o jeito de ver as coisas. E não é através do discurso, é da experiência."

Atualmente o Cedai atende cerca de 50 alunos de várias faixas etárias e de diferentes potencialidades artísticas e rítmicas. Segundo Keyla, há espaço, inclusive, para as pessoas que não mexem um músculo sequer do pescoço para baixo. “A condição aparente das pessoas com algum tipo de deficiência limita o nosso olhar. Estar numa cadeira de rodas, por exemplo, não significa que aquela pessoa está impedida de dançar”, diz bailarina, que nos ensaios dança com seus alunos.

O Cedai possui hoje dois espetáculos de dança prontos para serem apresentados, são eles: A Flor é Espelho, que conta a história de um amor universal entre uma mãe e sua filha com necessidades especiais; Alma Bailarina e Somos Um, que utiliza diversas manifestações artísticas (música, dança e teatro) para interagir com o público e explorar sua sensibilidade. Os espetáculos foram concebidos em cima das poesias de Vicente Pironti e Iara Marta. Para assistir aos ensaios ou participar das aulas, basta se inscrever na sede do Cedai, que fica na Rua Benedito Gomes Ferreira, nº 600, Parque Via Norte, Campinas. As aulas são gratuitas e os ensaios acontecem regularmente aos sábados. Os espetáculos também estão sendo levados para diversas empresas como programa motivacional de funcionários.

Além do trabalho de inclusão através da dança, Keyla Ferrai possui diversos livros infanto-juvenis lançados, todos baseados em histórias reais vividas pelos seus alunos no Cedai, como O Giro da Bailarina, A Casa Amarela, Um Menino Genial e João – O Palhaço Coração. Os livros estão à venda em todas as livrarias do país.

Fonte: http://www.pautasocial.com.br/

Banco é multado por desrespeitar deficiente físico



Banco que impede o acesso de pessoa com prótese, expondo-o a constrangimentos, extrapola os limites do direito à segurança. Logo, tem o dever de indenizá-lo por danos morais. Foi o que decidiu, por unanimidade, a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, ao dar provimento à apelação de um deficiente físico, contra sentença de primeira instância que favoreceu o Banrisul.

Conforme relata a sentença, o cliente, deficiente físico por paralisia infantil, dirigiu-se à agência bancária no dia 4 de fevereiro de 2009, munido de contas a pagar. Quando tentou passar pela porta giratória, esta travou. Então, um funcionário da agência chamou a gerente e explicou sua deficiência. Ele usava aparelho ortopédico de aço inox nos membros inferiores. Apesar de ciente do caso, a gerente não o liberou para ingressar no banco. O cliente, então, chamou a Brigada Militar (a Polícia Militar gaúcha). A gerente apareceu novamente, informando-o que, se quisesse pagar suas contas, deveria entregá-las a um funcionário da agência – eis que seria impossível seu acesso ao interior do local. Inconformado com o desrespeito, o cliente ingressou com ação judicial, pleiteando indenização por danos morais, em valores ao livre arbítrio do julgador.

Citado, o banco apresentou contestação, discorrendo sobre a necessidade de possuir portas giratórias em estabelecimentos bancários. Mencionou que o autor deu dimensão desmesurada ao caso, sustentando a inexistência de danos morais. Realizada audiência de instrução e julgamento, foi proposta a conciliação, que foi negada. Sobreveio, então, a sentença da juíza de Direito Patrícia Hocheim Thomé: pedido improcedente. Inconformado, o deficiente interpôs recurso de apelação ao TJ-RS.

A relatora do recurso, desembargadora Marilene Bonzanini Bernardi, iniciou seu voto pontuando que o caso é peculiar e merece atenção, tendo em vista que o autor usa aparelho ortopédico de aço inox nos membros inferiores. Na visão da julgadora, "os funcionários da ré deveriam ser, ao menos, mais habilidosos para contornar situações como estas, a fim de que deixassem de transformar o que poderia ser um simples contratempo em fonte de vexame e vergonha, passíveis de indenização".

Neste sentido, a desembargadora entendeu que os prepostos do banco exorbitaram no seu dever de zelar pela segurança do local, expondo o autor a constrangimento indevido, razão pela qual merece ser condenado ao pagamento de indenização por danos morais.

Lembrou que a fixação do quantum indenizatório deve ser compatível com a reprovabilidade da conduta, levando-se em conta dois aspectos: a reparação e a repreensão. Valor arbitrado: R$ 8 mil, "montante que certamente satisfaz ao caráter reparatório, servindo, ainda, como expiação à ré".

Fonte: http://www.conjur.com.br/

Deficientes visuais de Niterói terão ajuda eletrônica para usar ônibus


A Prefeitura de Niterói, na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, lançou nesta segunda-feira, dia 2 de maio, às 17h30, no restaurante Olimpo, em Charitas, o projeto "Mobilidade para pessoas com deficiência visual".

Em caráter piloto, será testado um equipamento eletrônico que alerta o passageiro com deficiência visual da chegada de sua condução, ao mesmo tempo em que informa ao motorista do ônibus da presença de um cliente deficiente visual no ponto.

O sistema será testado durante um mês na linha 49 (Fonseca-Centro) por dez deficientes visuais voluntários. Eles receberão o aparelho e os resultados colhidos pelo grupo (voluntários e motoristas) vão servir para avaliar a viabilidade técnica e econômica para a adoção do equipamento.

Além de melhorar o atendimento para quem mais precisa, a iniciativa também visa a colocar as empresas de ônibus do município à frente da legislação federal de acessibilidade.

A RioCard possui em seu cadastro ativo mais 145 mil pessoas com algum tipo de deficiência. Os deficientes visuais se dividem em dois grupos: o primeiro é composto por aqueles que possuem amaurose (cegueira total) e o segundo por pessoas que possuem deficiência visual de até 10% ou possuem um campo de visão inferior a 20 graus. Existem 977 usuários no primeiro grupo e 4.813 usuários no segundo, totalizando 5.160 pessoas com deficiência visual. Elas são responsáveis por 4% dos deslocamentos de todas as pessoas com deficiência cadastradas na RioCard.

Folha: http://noticias.r7.com/

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Homenagem a você mãe e Minha Princesa

A minha Princesa

Amor sincero e sem exageros
Cada um tem uma maneira diferente de homenagear e presentear sua mãe no dia das mães, alguns com presentes, outros com flores, abraços, almoços especiais, enfim, a criatividade é o limite, mas uma maneira tradicional de homenagear as mães no dia das mães é através de poesias, poemas, palavras cheias de amor e carinho. Veja mais: Poemas para o Dia das Mães.

Poesia às mães pelo seu amor sincero e sem exageros
Mãe, amor sincero sem exagero.
Maior que o teu amor, só o amor de Deus...
És uma árvore fecunda, que germina um novo ser.
Teus filhos, mais que frutos, são parte de você...

És capaz de doar a própria vida para salva-los.
E muito não te valorizam...
Quando crescem, de te esquecem.
São poucos, os que reconhecem...

Mas, Deus nunca lhe esquecerá.
E abençoará tudo que fizerdes aos seus...
Peço ao Pai Criador que abençoe você.
Um filho precisa ver o risco que é ser mãe...
Tudo é cirurgia, mas ela aceita com alegria.
O filho que vai nascer...

Obrigado é muito pouco, presente não é tudo.
Mas, o reconhecimento, isso! Sim, é pra valer...
Meus sinceros agradecimentos por este momento.
Maio, mês referente às mães, embora é bom lembrar...
Dia das mães, que alegria é todo dia.

(J.Bernardo)